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“O acúmulo anormal ou excessivo de gordura é nomeado de sobrepeso ou obesidade e pode comprometer a saúde do indivíduo, levando a desordens metabólicas associadas, como resistência à insulina, diabetes, dislipidemias e hipertensão. Entende-se que tal acúmulo de gordura corporal seja resultado da interação de fatores genéticos e ambientais, que interferem tanto na quantidade de energia ingerida pela dieta quanto na consumida pelas atividades metabólicas.”
RAPOSO, H.F. (2020) Tecido adiposo: suas cores e versatilidade. Disponível em: https://doi.org/10.34019/1982-8047.2020.46.31268. Acesso em 10 de fevereiro de 2022.
Por muito tempo, o tecido adiposo foi reconhecido apenas por sua função de estocar gordura. No entanto, diversos estudos atuais têm demonstrado que este tecido pode ser utilizado como ferramenta terapêutica para o tratamento da obesidade e muitas outras síndromes fisiológicas. Acerca dos papéis fisiológicos desempenhados pelo tecido adiposo, assinale a alternativa INCORRETA.
A leptina, hormônio liberado pelos adipócitos no aumento da glicemia, atua no sistema nervoso central ativando a sensação de saciedade.
Os triglicerídeos estocados no tecido adiposo marrom são utilizados para a produção de calor, principalmente em animais hibernantes e recém-nascidos.
Os triglicerídeos estocados na gota de gordura do tecido adiposo branco são utilizados como fonte de energia principal pelas células.
A adiponectina produzida pelos adipócitos pode atuar promovendo o aumento da sensibilidade à insulina, principalmente no fígado, o que acarreta uma maior captação de glicose pelos músculos.
AInterleucina-6 é uma citocina produzida pelos adipócitos e associada à regulação do apetite e ao gasto energético, principalmente induzindo à lipólise e aumentando a captação de glicose.