Em 2019, um pouco mais de mil isolados de bactérias...
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Em 2019, um pouco mais de mil isolados de bactérias...

Em 2019, um pouco mais de mil isolados de bactérias resistentes a antibióticos [superbactérias] foram enviados por laboratórios de saúde pública de diversos estados do País para análise aprofundada no Laboratório de Pesquisa em Infecção Hospitalar do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). Em 2021, apenas no período de janeiro a outubro, o índice ultrapassou 3,7 mil amostras confirmadas, um aumento de mais de três vezes em relação a 2019, período pré-pandemia. Foi observado que, durante a pandemia, houve aumento no volume de pacientes internados em estado grave e por longos períodos, que apresentavam maior risco de infecção hospitalar. Também houve aumento no uso de antibióticos, o que eleva a pressão seletiva sobre as bactérias. É um cenário que favorece a disseminação da resistência, agravando ainda mais um problema de alto impacto na saúde pública.


Disponível em: <https://portal.fiocruz.br/noticia/deteccao-de-bacterias-resistentes-antibioticos-triplicou-na-pandemia>. Acesso em: 22 set. 2022, com adaptações.


Tendo em vista os aspectos evolutivos envolvidos, o problema de saúde pública descrito no texto pode ser explicado pelo fato de as superbactérias


A

apresentarem DNA circular funcional, que confere resistência aos antibióticos.


B

apresentarem genes de resistência aos antibióticos e serem selecionadas positivamente.


C

possuírem, ao longo das gerações, o seu material genético modificado pelo uso dos antibióticos.


D

serem constantemente submetidas a antibióticos que as tornam resistentes.


E

possuírem tendência de se acostumarem com os antibióticos e serem selecionadas naturalmente.