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Um microbiologista, estudando o crescimento celular da bactéria Escherichia coli, observou que o fenômeno é dependente de isoleucina e esta é produzida pela conversão do aminoácido treonina por meio de cinco etapas. No laboratório, o pesquisador observou ainda que, se a isoleucina é adicionada ao meio de crescimento dessa bactéria, ela liga-se ao sítio alostérico da primeira enzima e a inibe. Com isso, as bactérias param de sintetizar isoleucina. Essa condição é mantida até que o fornecimento de isoleucina seja esgotado. Em relação ao tipo de inibição enzimática, identifica-se que se trata:
De uma inibição não competitiva com gasto de recursos químicos na produção de mais substância do que o necessário.
De uma inibição competitiva que conduz a célula a acumular intermediários metabólicos.
De uma inibição não competitiva com controle bioquímico do tipo inibição por retroalimentação.
De uma inibição competitiva do tipo irreversível realizada por meio de ligações covalentes.