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No decorrer do século XX, o Brasil experimentou intensas transformações na sua estrutura populacional e no padrão de morbimortalidade. De acordo com o Ministério da Saúde, a partir da segunda metade daquele século a constante queda da taxa de natalidade, mais acentuada que a verificada nas taxas de mortalidade, tem provocado diminuição das taxas de crescimento populacional. Paralelamente, tem-se verificado aumento da expectativa de vida ao nascer, que passou de 45,9 anos em 1950 para 73,0 anos em 2008 (http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/idb2009/a11tb.htm), refletindo o processo de envelhecimento da população, com aumentos contínuos e significativos da população de idosos.
Fonte: BARRETO, Maurício Lima. Esboços para um cenário das condições de saúde da população brasileira 2022/2030. Fundação Oswaldo Cruz. A saúde no Brasil em, v. 2030, p. 97-120, 2013.
Em relação às condições de saúde do brasileiro de uma forma geral, assinale a alternativa CORRETA.
Ausência de programa de imunização aliado à uma baixa produção nacional de vacinas básicas, promoveu um aumento significativo sobre as doenças não imunopreveníveis.
Apesar da redução significativa da participação do grupo de doenças infecciosas no perfil da mortalidade do país, estas ainda têm impacto importante sobre a morbidade.
As doenças crônicas não transmissíveis, em países desenvolvidos e em desenvolvimento, não possuem mais importância no perfil de saúde das populações humanas.
Ocorre prevalência da desnutrição na população de menores de cinco anos com dados atuais que superam quantitativos da década de 70.
Houve aumento na ocorrência das taxas de mortalidade infantil nos últimos anos.