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Nosso alimento é muito diversificado e, para assegurar que seja seguro, faz-se necessária uma abordagem sistemática e proativa que minimize a contaminação que pode ocorrer desde a fazenda até o prato do consumidor. Diante desse contexto, qual das alternativas está incorreta em relação aos métodos de detecção e caracterização de contaminação microbiológica de alimentos?
O ágar vermelho-violeta bile lactose (VRBA) contém o indicador vermelho neutro, propiciando que as colônias dos organismos fermentadores da lactose (que costumam ser referidos como coliformes) fiquem com a coloração vermelho-púrpura. Isso os difere de outros organismos Gram-positivos resistentes à bile.
Em métodos convencionais, uma etapa de pré-enriquecimento pode ser necessária para permitir que as células estressadas recuperem suas membranas e rotas metabólicas. O dano pode ter ocorrido durante o processo (cocção, dessecação etc.).
Os meios modificados, com o Rappaport-Vassiliadis semissólido e o ágar semissólido para o isolamento de Salmonella (DIASALM), utilizam a motilidade bacteriana como a maneira de detectar o organismo-alvo. Esse princípio tem sido aplicado para melhorar a detecção dos sorovares de Salmonella, Campylobacter spp. e Arcobacter.
Os métodos convencionais de cultivo de células normalmente requerem vários dias antes de a colônia do organismo-alvo ficar visível. Apesar dessa limitação, são procedimentos considerados como o "padrão ouro", aos quais todos os outros são comparados.