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O metabolismo energético é regulado por hormônios como insulina, glucagon e adrenalina, que ajustam fluxos entre glicólise, gliconeogênese e metabolismo lipídico. Conforme Guyton & Hall (2021) e Berg, Tymoczko & Gatto (2019), os estados alimentado e de jejum configuram arranjos distintos de mobilização e armazenamento de substratos energéticos. Nesse sentido, qual proposição sintetiza corretamente essa integração?
No estado de jejum, a insulina aumenta a lipogênese hepática e reduz a glicogenólise, assegurando reservas energéticas prolongadas; no estado alimentado, o glucagon induz síntese de glicogênio muscular.
No estado alimentado, a insulina favorece captação de glicose e síntese de glicogênio, enquanto no jejum o glucagon estimula glicogenólise e gliconeogênese, além de mobilizar lipídios para geração de corpos cetônicos.
A insulina promove gliconeogênese e proteólise no estado alimentado, enquanto o glucagon intensifica síntese proteica hepática, regulando balanço nitrogenado durante o jejum prolongado.
No estado alimentado, a adrenalina intensifica glicogenólise muscular e lipólise hepática, ao passo que em jejum prolongado a insulina induz glicólise, mantendo o suprimento energético imediato.
A insulina e o glucagon atuam de forma sinérgica, promovendo simultaneamente glicogenólise, glicólise e lipogênese em ambos os estados, sem distinção entre fase alimentada e de privação.


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