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A regulação metabólica em condições crônicas, como obesidade, câncer e doenças cardiovasculares, envolve alterações em vias sinalizadoras, resistência hormonal e reprogramação metabólica. De acordo com Hanahan & Weinberg (2011) e Hotamisligil (2017), a inflamação metabólica constitui eixo central nesse processo. Qual proposição traduz de modo mais consistente esse quadro?
As células tumorais preservam metabolismo oxidativo convencional, sem apresentar alterações no uso preferencial de glicólise aeróbia.
A resistência insulínica decorre de ativação de vias inflamatórias em adipócitos e hepatócitos, comprometendo captação e utilização de glicose.
A inflamação crônica não exerce papel na aterogênese, uma vez que placas ateroscleróticas resultam apenas de acúmulo lipídico passivo.
O metabolismo celular em obesidade mantém homeostase energética intacta, sem interferência de adipocinas inflamatórias.
As doenças crônicas não compartilham mecanismos bioquímicos comuns, desenvolvendo-se de forma isolada e independente.