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A missão espacial SPHEREx, da NASA, foi projetada para realizar um mapa espectroscópico de todo o céu e gerar dados que ajudam a esclarecer eventos cósmicos ocorridos nos primeiros instantes após o Big Bang. Um dos objetivos científicos centrais da missão é investigar a chamada inflação cósmica, um período extremamente breve de expansão exponencial do espaço que teria ocorrido logo depois do Big Bang. Essa inflação é considerada fundamental para explicar características observadas hoje, como a uniformidade da radiação cósmica de fundo e a distribuição em larga escala das galáxias. Embora a inflação seja um elemento essencial da cosmologia moderna, a física que realmente explica esse processo ainda não está completamente compreendida e é alvo de estudo de missões como a SPHEREx.
NASA telescope SPHEREx will study what put the “bang” in the Big Bang. The Washington Post, 1 mar. 2025.Disponível em: https://science.nasa. gov/blogs/spherex/2025/03/1 1/nasas-spherex-mission-2/?utm.source=chatgpt.com / Acesso em: 10 de janeiro de 2026
Considerando o texto acima e os conhecimentos científicos sobre as teorias da origem do universo, qual das alternativas abaixo descreve corretamente a relação entre o Big Bang e a inflação cósmica?
A inflação cósmica substitui a Teoria do Big Bang, apresentando um modelo totalmente diferente em que o universo não teria passado por uma fase de alta densidade e temperatura iniciais.
A Teoria do Big Bang e a hipótese da inflação cósmica são compatíveis: enquanto o Big Bang descreve a origem do universo como uma expansão geral, a inflação seria uma fase extremamente rápida dessa expansão posterior.
A inflação cósmica foi descartada pela missão SPHEREx, que indica que o universo sempre existiu em um estado estacionário, sem um começo definido no tempo.
Segundo a hipótese da inflação cósmica, o universo permaneceu em um estado estático por bilhões de anos antes do Big Bang, que teria sido o evento que iniciou a expansão atual.
A Teoria do Big Bang sugere que a inflação cósmica aconteceu bilhões de anos após a formação das primeiras galáxias, sendo responsável pela aceleração observada atualmente.