

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
A fosforilação oxidativa não funciona na ausência de oxigênio. Portanto, a glicólise não pode continuar funcionando, porque se gera um impasse na atividade do gliceraldeído-3-fosfato desidrogenase, enzima da via glicolítica.
Para superar esta limitação, nessas condições, as plantas podem seguir na metabolização do piruvato, realizando, por exemplo, a fermentação alcoólica que tem como objetivo
estimular o funcionamento das enzimas do ciclo de Krebs, para manter a produção de FADH2, necessário para a manutenção do funcionamento da via glicolítica.
restabelecer a atividade da fosforilação oxidativa, promover a reoxidação do FADH2 para manter o funcionamento da via glicolítica, com aumento da eficiência da síntese de ATP na respiração celular.
reoxidar o NADH e permitir o funcionamento da via glicolítica, esta com baixa eficiência, devido ao baixo nível de síntese de ATP, quando comparado à síntese de ATP na fosforilação oxidativa.
ativar os complexos transmembrana multiproteicos, responsáveis pelo bombeamento de prótons para o espaço intermembranar das mitocôndrias para manter o funcionamento do ciclo de Krebs.
aumentar o bombeamento de prótons para o espaço intermembranar das mitocôndrias, necessário para o funcionamento da H+ -ATPase (Bomba de prótons), garantindo a manutenção da síntese de ATP na fosforilação oxidativa.