

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Paciente de 58 anos, sexo masculino, hipertenso, tabagista e com histórico de dislipidemia, dá entrada na unidade de emergência cardiológica apresentando dor precordial em aperto, de forte intensidade, com irradiação para o membro superior esquerdo e mandíbula, iniciada há duas horas e acompanhada de sudorese fria e náuseas.
O eletrocardiograma (ECG) inicial mostrou-se inconclusivo. O médico solicitou a dosagem imediata de marcadores de necrose miocárdica: Troponina I cardíaca ultrassensível (TnI-us) e CK-MB Massa, usando um sistema de automação por Quimioluminescência.
A interpretação laboratorial de marcadores cardíacos exige o conhecimento da cinética de liberação dessas proteínas após a lesão isquêmica tecidual.
Sobre o comportamento bioquímico da Troponina e da CK-MB Massa no Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), assinale a afirmativa correta.
A CK-MB Massa tem suas concentrações elevadas apenas 48 horas após o insulto isquêmico, no entanto, este marcador permanece elevado por até 30 dias na circulação geral.
A Troponina I cardíaca é específica para o miocárdico; com concentrações plasmáticas elevadas em 2 a 4 horas após o início da necrose, permanecendo elevadas por até 14 dias.
A mioglobina é o marcador mais tardio disponível conhecido, servindo exclusivamente para diagnosticar reinfartos apenas após duas semanas do evento inicial.
Em condições normais de homeostase, a troponina ultrassensível permanece circulando em concentrações idênticas às da albumina sérica total.
A dosagem isolada de transaminase glutâmico-oxalacética (AST/GOT) substituiu por completo o uso de troponinas devido ao menor custo de insumo químico.