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Um adolescente com hemofilia A sofreu um corte profundo e apresentou hemorragia persistente. Durante a discussão clínica, a equipe médica destacou que a hemofilia decorre da deficiência de um determinado fator da coagulação e que a transfusão de plaquetas não corrige esse distúrbio, embora possa ser indicada nessa situação.
As plaquetas atuam ativamente na ativação da cascata de coagulação, pois
aderem ao local da lesão e fornecem uma superfície para ativar a coagulação, culminando na conversão da protrombina em trombina e, posteriormente, do fibrinogênio em fibrina.
liberam trombina, enzima responsável pela conversão direta do fibrinogênio em fibrina, razão pela qual a transfusão de plaquetas corrige os episódios hemorrágicos da hemofilia.
sintetizam fator VIII, cuja deficiência caracteriza a hemofilia A; por esse motivo, sua transfusão constitui o tratamento para esses pacientes.
secretam fibrinogênio durante a coagulação, permitindo a formação da rede de fibrina e da ativação enzimática dos fatores plasmáticos.
liberam heparina, substância que intensifica a formação do coágulo por acelerar a conversão da protrombina em trombina.