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No Brasil existem várias espécies consideradas ameaçadas de extinção, conforme Instrução Normativa 03, de 27 de maio de 2003, do Ministério do Meio Ambiente (Lista das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção). Marque a alternativa que contém o animal considerado ameaçado de extinção:
Onça-pintada.
Bem-te-vi.
Pinguim
Capivara.
Em relação ao meio aquático, é correto afirmar:
A utilização de análises de sedimento como indicadora dos níveis de poluição de ecossistemas aquáticos tem uso restrito, pois os contaminantes lá acumulados tendem a permanecerem isolados quimicamente, não influenciando o metabolismo do sistema como um todo.
Processos de degradação de rios e lagos não tendem a afetar a qualidade da água dos aquíferos subterrâneos, pois estes, independentemente de seus contextos geomorfológicos e geológicos, estão praticamente isolados dos ambientes lóticos e lênticos.
Embora os potenciais de água subterrânea em bacias sedimentares costeiras sejam elevados, há um processo de degradação de qualidade da água desses sistemas nas áreas urbanas e metropolitanas, dada a exploração intensiva e desordenada desse recurso.
A substituição de florestas por áreas de agricultura pode gerar efeitos de longo alcance em riachos, tais como redução da produtividade das plantas desses ecossistemas e alterações nas características de seus leitos, que passam a acumular sedimentos mais grossos.
Represas em regiões tropicais estariam sujeitas à acentuada estratificação química do oxigênio, mas isto não ocorre dada a alta produtividade fitoplanctônica propiciada pelas altas taxas de luminosidade incidente sobre estes tipos de corpos d’água.
Há muitas causas para a extinção de espécies, umas mais importantes do que outras. A principal causa de extinção das espécies a partir do século XIX é:
o aumento da temperatura do planeta em função do aumento das emissões de gás carbônico;
a poluição do ambiente marinho que recebe grande quantidade de substâncias tóxicas além de bolsas de plástico;
a destruição de habitats em função do crescimento populacional humano;
a perda de diversidade genética das espécies utilizadas como alimento pelas populações humanas;
o aumento das atividades vulcânicas em função dos movimentos das placas tectônicas.
Considerando a importância de se conhecer a dinâmica natural das espécies para a recuperação de ecossistemas degradados, assinale a opção correta.
A sucessão ecológica, por envolver poucas variáveis, é considerada um processo simples e de fácil aplicação.
Utiliza-se a técnica de poleiros artificiais na restauração de áreas degradadas para atrair aves dispersoras naturais de sementes.
Quanto à sucessão ecológica, as espécies podem ser classificadas em pioneiras, secundárias e invasoras.
Os modelos tradicionais de recuperação de áreas degradadas têm como base o plantio de mudas na área de acordo com critérios como regeneração natural e interações entre espécies.
A extinção de espécies ocorre naturalmente em todos os ecossistemas brasileiros, sem que haja qualquer interferência humana nesse processo.
Entre os fatores que contribuem para o aumento da captura de C. caretta, inclui-se o tempo de imersão do espinhel.
Caso, no ambiente, haja uma variação positiva, a partir do ponto central do intervalo compreendido pela FTT, haverá o nascimento de mais tartarugas marinhas machas que fêmeas.
As características determinantes para o risco de extinção de uma espécie de animal são:
Endemismo em um bioma, dieta estritamente carnívora, distribuição geográfica disjunta.
Baixo número populacional, dieta estritamente frugívora e área de distribuição geográfica pequena.
Baixo número populacional, área de distribuição geográfica pequena, especificidade no uso de habitat.
Endemismo em um bioma, dieta estritamente carnívora, especificidade no uso de habitat.
Distribuição geográfica disjunta, endêmica em um continente, especificidade no uso de habitat.
No Sudeste, as áreas de estuários, baías e lagoas costeiras têm apresentado elevada e surpreendente capacidade de regeneração genética na última década, pois, mesmo com as alterações ocorridas por distúrbios ambientais e antropogênicos, a capacidade de resiliência dessas áreas fez que esses distúrbios se tornassem reversíveis.
Caso o governo brasileiro defina medidas socioambientais que intensifiquem a agropecuária em áreas já desmatadas, isso aumentará a produtividade, elevará a rentabilidade econômica e fixará os produtores nessas áreas.
Procurado há mais de cinco anos pelo Ibama por tráfico de animais silvestres nos estados de Tocantins, Bahia e Piauí, um traficante foi preso no município de Paranã, sudeste de Tocantins, com 75 pássaros: 27 araras vermelhas (Ara chloropterus), 17 araras pretas (Anodorhynchus hyacinthinus), 6 canindés (Ara ararauna), e 25 papagaios. Denunciado por telefone, ele foi preso num posto de gasolina quando abastecia o carro que transportaria os animais para Belo Horizonte.
Disponível em: <http://www.amazonia.org.br/noticias/print.cfm?id=5986>. Acesso em: 22 jul. 2011. Adaptado.
Para saber se alguma das espécies encontradas com o traficante tem comercialização proibida ou permitida somente em situações excepcionais, é possível especificamente recorrer a uma Convenção Internacional voltada à proteção de espécies, da qual o Brasil é signatário.
Trata-se da
Convenção para a Proteção da Flora, da Fauna e das Belezas Cênicas Naturais dos Países da América
Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Flora e da Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (Cites)
Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB)
Convenção contra Crimes da Fauna da América Latina
Convenção de Proteção às Aves Tropicais
Os fatores que contribuem para a redução de capturas incidentais de todos os tipos de tartarugas marinhas incluem o tipo de isca em utilização.
Filhotes de tartarugas marinhas apreendidos em comércio ilegal podem ser imediatamente reintroduzidos no hábitat marinho, preferencialmente junto a neonatos, no momento em que estes estiverem se dirigindo ao mar, para se misturarem a eles.
As chamadas “espécies guarda-chuva” podem ser usadas como indicadoras em biologia da conservação e ações de manejo ambiental porque são
mutualistas, estabelecendo relações tróficas com toda a comunidade.
carismáticas, atraindo a atenção positiva do público em geral.
ameaçadas de extinção com distribuição restrita.
endêmicas de um bioma e com distribuição restrita.
relacionadas à sobrevivência de diversas outras espécies da comunidade.
Reserva Biológica é uma categoria de unidade de conservação caracterizada por
proporcionar menor proteção à fauna ameaçada do que as unidades de conservação ex situ, como jardins zoológicos.
permitir algumas atividades de uso sustentável, desde que especificado em seu plano de manejo.
não ser a melhor categoria de conservação in situ para uma espécie ameaçada de extinção, pois são admitidas muitas interferências humanas.
apresentar grau de proteção à biota equivalente ao que ofereceria um Parque Nacional.
ser de proteção integral, destinada principalmente à preservação dos seres vivos e demais atributos naturais.
Das espécies citados no texto, apenas a C. caretta consiste em espécie ameaçada de extinção.
Denomina-se hotspot toda área prioritária para a conservação ambiental que apresenta alta biodiversidade de espécies endêmicas, e preservação de, ao menos, três quartos de sua vegetação original.
Atenderá aos objetivos da Convenção da Diversidade Biológica, a divulgação de procedimentos para a minimização da captura incidental das tartarugas C. caretta e D. coriacea.
As áreas de proteção de tartarugas marinhas e de seus ovos não podem ser compreendidas como sítios Ramsar, uma vez que as áreas úmidas legisladas pela Convenção de Ramsar são, conceitualmente, as de água doce, excluindo-se o mar que banha as praias litorâneas.
A Convenção de Marpol, que legisla sobre a poluição do mar por resíduos sólidos, complementa as disposições da Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição do Mar por Óleo, de 1954, contribuindo para a proteção das tartarugas.