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Transcreve-se a seguir um trecho da letra da música “Farinha”, na qual o compositor Djavan menciona uma importante família de vegetais de interesse econômico no Brasil.
A farinha é feita de uma planta da família das euforbiáceas De nome manihot utilíssima que um tio meu apelidou de macaxeira
E foi aí que todo mundo achou melhor!...
A farinha tá no sangue do nordestino
Eu já sei desde menino o que ela pode dar
E tem da grossa, tem da fina se não tem
Da quebradinha vou na vizinha pegar
Pra fazer pirão ou mingau
Farinha com feijão é animal!
Disponível em: <http://www.djavan.com.br>. Acesso em: 08 jul. 2011. Fragmento.
Sobre a planta usualmente chamada de macaxeira (ou mandioca ou aipim), a grafia correta da família, do ponto de vista taxonômico, a procedência dessa espécie e um outro exemplo de planta economicamente importante da mesma família são apresentados, respectivamente, em
Euforbiácea, Índia e seringueira
Euforbiácea, Brasil e cupuaçu
Euphorbiacea, Índia e jaqueira
Euphorbiaceae, Brasil e seringueira
Euphorbiaceae, Índia e cupuaçu
Aplicando conhecimentos sobre classificação biológica na análise do texto, podese afirmar:
Os gafanhotos apresentam características que os afastam da Classe Insecta.
A classificação biológica está estruturada em categorias entre as quais a Classe é a mais inclusiva.
A inclusão de uma espécie em uma determinada Família define o Gênero a que esta espécie pertence.
A designação de um organismo em nomenclatura científica restringe-se ao termo que se refere à Família.
O nome científico do gafanhoto-de-olhos-cor-de-rosa deve conter um termo que identifique o Gênero seguido de um ou mais termos específicos.
C. caretta e D. coriacea correspondem a duas espécies diferentes de um mesmo gênero e de uma mesma família.
Segundo as regras da nomenclatura científica, é possível utilizar Myrmecophaga sp. para descrever o nome do tamanduá citado no texto.
O naturalista Lineu, nascido na Suécia, propôs no seu livro Sistema Natural (1735) e em trabalhos posteriores, um sistema para classificar os seres vivos. Uma parte importante dessa proposta consistia em atribuir a cada espécie de ser vivo um nome único, que seria na realidade um binômio composto por duas palavras em latim. Assim, a primeira palavra designaria um gênero e a segunda, a espécie. A planta conhecida como feijão, por exemplo, recebeu o nome Phaseolus vulgaris.
Hoje em dia, o sistema binomial de Lineu é empregado em todo o mundo. Essa nomenclatura passou a ser largamente utilizada porque
facilitou a comunicação entre cientistas, propondo uma uniformização.
valorizou o latim, que era a língua de aprendizado mais fácil na época.
a ideia de evolução está implícita no sistema binomial.
a humanidade, antes de Lineu, não nomeava os seres vivos.
os suecos dominavam grande parte do mundo nessa época.
Tilápia é o nome comum dado a vários peixes ciclídeos de água doce pertencentes à subfamília Pseudocrenilabrinae e, em particular, ao gênero Tilapia. Eles são nativos da África, mas foram introduzidos em muitos lugares, nas águas abertas da América do Sul e sul da América do Norte, sendo agora comuns no Sul e Sudeste do Brasil. As tilápias são criadas para alimentação humana e têm carne bastante apreciada, por ser leve e saborosa.

Já o Tucunaré, do Tupi tucun (árvore) e aré (amigo), ou seja, amigo da árvore, Cichla sp., é uma espécie de peixe presente nos rios da América do Sul, em especial do Brasil. As tilápias e o tucunaré têm em comum o táxon de menor nível hierárquico, que é o(a)
reino.
filo.
família.
ordem.
classe.
Em zoologia, como referência para a aplicação de um nome científico, utiliza-se um objeto zoológico que serve de base ao nome de um táxon. Na categoria de gênero, esse objeto zoológico é denominado
gênero tipo.
gênero base.
espécie tipo.
espécie base.
Assinale a classificação correta do organismo: aegipty, Animalia, Insecta, Arthropoda, Diptera, Aedes, Culicidae.
Reino Insecta, Filo Animalia, Classe Arthropoda, Ordem Diptera, Família Culicidae, Espécie Aedes aegipty.
Reino Animalia, Filo Insecta, Classe Arthropoda, Ordem Diptera, Família Culicidae, Espécie Aedes aegipty.
Reino Animalia, Filo Arthropoda, Classe Insecta, Ordem Diptera, Família Culicidae, Espécie Aedes aegipty.
Reino Animalia, Filo Arthropoda, Classe Diptera, Ordem Insecta, Família Culicidae, Espécie Aedes aegipty.
Reino Animalia, Filo Insecta, Classe Arthropoda, Ordem Culicidae, Família Diptera, Espécie Aedes aegipty.
Considerando as regras de nomenclatura binomial e tendo como exemplo o nome científico da moréia verde Gymnothorax funebris, assinale a afirmação INCORRETA.
O nome da espécie deve ser destacado do texto.
A espécie é sempre escrita incluindo o nome do seu autor e data destacados do texto.
Gymnothorax corresponde à categoria taxonômica Gênero.
O gênero deve ser grafado com letra maiúscula e a espécie, com letra minúscula.
O nome científico da espécie inclui o gênero e a espécie.
Assinale a alternativa CORRETA em relação à sequência de classificação dos seres vivos.
Reino, filo, classe, ordem, família, espécie e subespécie.
Reino, filo, classe, ordem, família, gênero e espécie.
Reino, filo, classe, família, ordem, gênero e espécie.
Reino, filo, classe, família, ordem, espécie e gênero.
Reino, filo, família, ordem, espécie e gênero.
Considere a seguinte situação hipotética. Em um artigo de Greuter & McNeill (1996), novas espécies de Amaranthus, inclusive A. brasiliensis, foram atribuídas a Hawsworth, precedido no texto pela sentença as descrições a seguir foram fornecidas pelo Dr. D. L. Hawsworth, para que os nomes fossem disponibilizados para uso”. Nessa situação, o nome A. brasiliensis será corretamente citado como A. brasiliensis (Hawsworth) Greuter & McNeill.
Segundo o Código Internacional de Nomenclatura Botânica, plantas silvestres domesticadas, isto é, trazidas para cultivo, podem receber novos nomes científicos para distingui-los dos nomes aplicados às plantas do mesmo táxon na natureza.
O Código Internacional de Nomenclatura Botânica é o documento que regula a atribuição de nomes científicos de plantas, de algas e de fungos, mesmo que fósseis.
Entre as plantas desconhecidas pelos europeus no século XVI, utilizadas pelos povos da América pré-colombiana, e que assumiram grande importância econômica, estão: a mandioca (gênero Manihot), o feijão (gênero Phaseolus), o fumo (gênero Nicotiana), o milho (gênero Zea), a batata e o tomate, (gênero Solanum, incluindo o sinônimo Lycopersicon) e a pimenta (gênero Capsicum).
Fabaceae (Leguminosae) sempre está representada entre as principais famílias da maioria dos ecossistemas brasileiros, com centenas de gêneros nativos do país. Recentes estudos filogenéticos apontam o reconhecimento de 4 subfamílias monofiléticas: Cercideae (e.g. Bauhinia), Faboideae (e.g. Canavalia), Cesalpiniodeae (e.g. Cesalpinia) e Mimosoideae (e.g. Mimosa).
Quase um terço das famílias de angiospermas aceitas pelo APG II (2003) estão representadas na flora brasileira com cerca de 217 famílias de angiospermas reconhecidas como nativas, além de 39 outras que ocorrem apenas em cultivo.
Dentro da ordem Poales da flora brasileira, as seguintes famílias, entre outras, têm representantes nativos: Bromeliaceae, Juncaceae, Cyperaceae, Eriocaulaceae e Poaceae.
Myrtaceae, que representa uma das maiores famílias da flora brasileira, com 23 gêneros, tem dois centros de diversidade no mundo, a África austral, onde ocorre o Eucalyptus, e os Neotrópicos, onde ocorrem várias frutíferas, como a goiabeira e o araçá (ambas do gênero Psidium), a pitangueira e a cagaita (ambas do gênero Eugenia) e a jabuticabeira (Myrciaria).
Com base nas normas internacionais de nomenclatura botânica, assinale a opção correta.
O Código Internacional de Nomenclatura Botânica, responsável pelas regras de atribuição de nomes às espécies vegetais, determina que os nomes científicos devem ser escritos em língua inglesa.
Cada espécie vegetal tem um nome vulgar que lhe é exclusivo e universal.
De acordo com o sistema binomial, o nome de uma espécie é dado por gênero e epíteto específico.
O sistema de nomenclatura botânica depende do sistema de nomenclatura zoológica.
Os gêneros de Zingiberales Heliconia e Musa, estão hoje circunscritos em famílias distintas. Com efeito, o primeiro possui distribuição predominantemente neotropical (incluindo o território brasileiro), enquanto o segundo tem distribuição paleotropical e no qual não ocorrem espécies nativas no Brasil.