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As micorrizas são estruturas formadas em raízes de plantas, decorrentes do estabelecimento de uma simbiose com fungos do solo. Estudos com fungos micorrízicos inoculados em araucária mostram efeitos positivos no desenvolvimento de mudas dessa espécie, da mesma forma que ocorrem em outras coníferas, como é o caso de Pinus. (http://sistemasdeprodução.cnptia.embrapa.br/ FontesHTML/Araucaria/CultivodaAraucaria_2ed/Producao_Mudas.htm)
A presença de micorrizas está associada ao aumento da produtividade agrícola porque:
as células do fungo produzem substâncias promotoras de gravitropismo negativo, estimulando o aprofundamento das raízes e aumentando sua capacidade de absorção da água do solo.
as hifas do fungo, que se estendem desde o solo até o interior do córtex da raiz, fornecem nutrientes resultantes da decomposição da matéria orgânica diretamente às raízes.
o conjunto de hifas associado à raiz proporciona o aumento da superfície de absorção de água e minerais do solo, especialmente fósforo, pelas plantas.
o micélio que reveste externamente a raiz apresenta atividade fixadora de nitrogênio e fornece ao vegetal um suprimento permanente desse elemento.
os fungos micorrízicos secretam substâncias ao redor das raízes que inibem o crescimento de outras espécies, reduzindo a competição por nutrientes.
As formigas podem proteger as plantas de herbívoros, facilitar o acesso das plantas a nutrientes, dispersar sementes e frutos e atuar na polinização. As plantas, por sua vez, podem fornecer locais para abrigo, nidificação, recursos alimentares para as formigas. As formigas podem ainda influenciar o acesso das plantas à luz, através da remoção de vegetação potencialmente competidora, como epífitas, lianas e folhagem de árvores e arbustos vizinhos. Uma das primeiras descrições de remoção de vegetação potencialmente competidora por formigas relatou que formigas do gênero Azteca (Hymenoptera:Formicidae) apresentam uma associação obrigatória com as árvores do gênero Cecropia (Cecropiaceae).
(adaptado de http://ecologia.ib.usp.br/curso/2012/PDF/PI-Thayna.pdf)
As formigas Azteca defendem a planta contra insetos herbívoros enquanto Cecropia fornece abrigo e alimento para a formiga. O abrigo consiste em um local pronto para a nidificação no caule oco da planta enquanto o alimento é fornecido por corpúsculos müllerianos existentes na base dos pecíolos das folhas.
A relação entre Azteca e Cecropia é um exemplo de:
mutualismo, pois é harmônica interespecífica obrigatória entre Azteca, da ordem Formicidae, e indivíduos de Cecropia, da ordem Cecropiaceae.
protocooperação, pois é harmônica interespecífica obrigatória entre Azteca, da família Formicidae, e indivíduos de Cecropia, da família Cecropiaceae.
comensalismo, pois é harmônica interespecífica obrigatória entre Azteca, da família Formicidae, e indivíduos de Cecropia, da ordem Cecropiaceae.
protocooperação, pois é harmônica interespecífica obrigatória entre Azteca, da família Formicidae, e indivíduos de Cecropia, da ordem Cecropiaceae.
mutualismo, pois é harmônica interespecífica obrigatória entre Azteca, da família Formicidae, e indivíduos de Cecropia, da família Cecropiaceae.
São princípios aplicados no lamarckismo, EXCETO:
Em uma região, havendo competição, sobreviverá o mais bem adaptado.
O desenvolvimento do órgão é proporcional ao uso.
Um órgão que, com o tempo, tem pouca atividade será extinto.
Todas as novas aquisições de um organismo serão transmitidas aos descendentes.
“A caravela portuguesa (Physalia physalis) é um cnidário comum associado a acidentes em banhistas, principalmente nas regiões Norte e Nordeste. Isto traz interesse médico sobre a espécie, tanto em serviços de emergência como na saúde pública.” (XI Congresso de Ecologia do Brasil, Setembro 2013 –http://www.xiceb.com.br/cd/pdf/ 1372.pdf)
Cada caravela é um exemplo de relação:
interespecífica do tipo colônia.
intraespecífica do tipo sociedade.
interespecífica do tipo antibiose.
interespecífica do tipo sociedade.
intraespecífica do tipo colônia.
Existem bactérias que inibem o crescimento de um fungo causador de doenças no tomateiro, por consumirem o ferro disponível no meio. As bactérias também fazem fixação de nitrogênio, disponibilizam cálcio e produzem auxinas, substâncias que estimulam diretamente o crescimento do tomateiro.
PELZER, G. Q. et al. Mecanismos de controle da murcha-de-esclerócio e promoção de crescimento em tomateiro mediados por rizobactérias. Tropical Plant Pathology, v. 36, n. 2, mar.-abr. 2011 (adaptado).
Qual dos processos biológicos mencionados indica uma relação ecológica de competição?
Fixação de nitrogênio para o tomateiro.
Disponibilização de cálcio para o tomateiro.
Diminuição da quantidade de ferro disponível para o fungo.
Liberação de substâncias que inibem o crescimento do fungo.
Liberação de auxinas que estimulam o crescimento do tomateiro.
A relação ecológica interespecífica harmônica ou positiva tem como exemplo a ação do pássaro-palito, alimentando-se de resíduos dos dentes do crocodilo. Essa relação denomina-se:
Amensalismo.
Predatismo.
Protocooperação.
Sociedade.
Organismos da mesma espécie quase sempre disputam entre si por recursos do meio; mas há situações em que eles se auxiliam mutuamente e trocam benefícios. No primeiro caso, fala-se em:
Cooperação intraespecífica.
Competição intraespecífica.
Sociedades.
Colônias.
Algumas espécies de fungos caracterizam-se por possuir hifas especializadas, capazes de capturar nematoides parasitas de plantas e animais. Tais hifas formam um verdadeiro anel ou laço, que se fecha quando um nematoide toca a parte interna do anel armadilha, imobilizando-o para ser mais tarde colonizado e digerido por hifas apropriadas. A relação entre o fungo e o nematoide é do tipo:
mutualismo.
saprofitismo.
parasistimo.
predatismo.
endofitismo.
O mutualismo é um tipo de relação ecológica que beneficia ambas as partes envolvidas. Mamíferos como as cutias (Dasyprocta sp.) estão comumente inseridos nesse tipo de relação. No entanto, muitas vezes as sementes podem ser consumidas por estes animais, não sendo dispersas. Qual alternativa apresenta uma estratégia das plantas para assegurar a dispersão de suas sementes?
As plantas podem produzir defesas químicas especializadas como compostos secundários que têm efeitos tóxicos nos animais.
As plantas podem produzir compostos fenólicos que irão repelir os animais, impedindo o consumo da semente.
As plantas podem produzir defesas estruturais que irão impedir o consumo da semente.
As plantas podem produzir grandes safras de sementes de uma só vez, levando as sementes a serem enterradas e esquecidas pelos animais.
As plantas podem produzir sementes com rápida germinação, que brotarão próximo a planta de origem.

A evolução da forma e da coloração em muitos animais para evitar a predação nos mostra a força da seleção por agentes biológicos.
A esse respeito, NÃO está correto o que se afirma em:
A cloração críptica é uma estratégia de defesa de animais impalatáveis ou que são venenosos não peçonhentos.
Animais impalatáveis e que apresentam coloração de advertência podem servir de modelo para espécies palatáveis que mimetizam os impalatáveis, e nesse caso os predadores são os agentes de seleção ao confundir os mímicos com o impalatáveis.
Os predadores aprendem rapidamente a evitar marcas como as faixas pretas e laranja das borboletas monarca, que têm um gosto tão amargo que uma única experiência não é esquecida.
Os predadores, seletivamente, favorecem as presas mais capazes de evitá-los, adotando uma aparência camuflada, do que aquelas que se escondem menos eficientemente.

X é predador de Y e o inseticida I é igualmente tóxico para ambos.
X é predador de Y e o inseticida I é mais tóxico para X que para Y.
Y é predador de X e o inseticida II é igualmente tóxico para ambos.
Y é predador de X e o inseticida I é mais tóxico para X que para Y.
Y é predador de X e o inseticida II é mais tóxico para X que para Y.

o aumento de visitas de abelhas a uma flor aumenta a taxa de fecundação.
as flores de espécies visitadas por abelhas possuem características em comum, como cor e estrutura.
os animais que visitam as flores são considerados agentes polinizadores.
as visitas de animais, como as abelhas, a uma flor resultam em polinização.
A relação ecológica observada entre os ruminantes e os microrganismos possuidores de celulase que vivem em seus estômagos é classificada como
comensalismo.
saprofitismo.
parasitismo.
mutualismo.
inquilinismo.
A vespa Cotesia flavipes atualmente é um dos insetos mais utilizados em programas de controle biológico na cultura da broca Diatraea saccharalis da cana-de-açúcar e do milho.
A fêmea adulta da vespa coloca seus ovos no interior do corpo da broca. Esses ovos eclodem originando larvas que se alimentam e se desenvolvem dentro do corpo da praga. Em poucos dias a lagarta morre e formam-se casulos, de onde eclodirão novas vespas.

A interação ecológica utilizada no controle biológico e os tipos de desenvolvimento biológico da vespa e da broca são, respectivamente:
Em um aquário de água doce foram colocadas duas espécies de moluscos bivalves filtradores para experimento de um projeto de biologia. Após dois meses, observou-se que a espécie A era mais numerosa que a espécie B, diferentemente do ocorre quando A e B são criadas separadamente, situação em que as populações de ambas são muito mais numerosas. Dessas informações conclui-se que a relação entre A e B é de
parasitismo.
predação.
competição.
comensalismo.
inquilinismo.
O mutualismo é uma associação entre seres vivos, na qual ambos são beneficiados, e frequentemente resulta em dependência mútua.
A seguir, estão relacionados três tipos de plantas que vivem sobre árvores.
I. Cipó‐chumbo – liga‐se ao floema.
II. Erva‐de‐passarinho – liga‐se ao xilema.
III. Orquídeas – ligam‐se à casca do caule.
Com relação à interação desses três tipos de plantas com a árvore, é correto afirmar que
os três tipos são parasitas.
os três tipos são hemiparasitas.
apenas as orquídeas são parasitas.
o cipó‐chumbo é parasita e a erva‐se‐passarinho é hemiparasita.
a erva‐de‐passarinho é parasita e o cipó‐chumbo é hemiparasita.