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“A ameaça de extermínio dos Yanomamis colocou em pauta a crise de saúde nas reservas indígenas. Para se ter uma ideia, dados publicados pelo Ministério Público Federal mostram que 52% das crianças Yanomami estão desnutridas. Além disso, há 44 mil registros de malária em menos de dois anos, sendo a população de 28 mil pessoas, o que significa que boa parte foi contaminada mais de uma vez”.
(Fonte: https://www.medicina.ufmg.br/crise-yanomami-evidencia-descaso-com-a-assistencia-em-saude-dos-povos-indigenas/)
Sobre a Malária:
Devido ao hábito do transmissor, na Amazônia, o risco de adoecer por malária entre povos indígenas é maior do que entre não indígenas.
O controle químico do vetor não é indicado, uma vez que eles estão localizados em áreas de mata.
Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, calafrios, tremores e manchas amareladas pelo corpo.
A malária é causada por um protozoário do gênero Plasmodium, transmitidos pela picada da fêmea infectada do mosquito do gênero Anopheles, mas também pode ser transmitido diretamente de uma pessoa doente para outra.