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A fonte de inspiração metodológica da teoria das relações públicas encontra-se no funcionalismo e no positivismo. O enfoque positivista de Comte vê a sociedade de forma estável, defende a unidade das ciências e estabelece uma hierarquia entre elas, na qual a matemática prevalece sobre as demais (...)
O funcionalismo também toma como base a estabilidade e a ordem da sociedade. Seus precursores foram Durkheim, Pareto e Weber. Eles “procuraram um método para a explicação dos fatos sociais que, à semelhança das ciências da natureza, pudessem ser reduzidos a coisas” (CHIZZOTTI, 2005, p. 13).
É justamente sob este enfoque metodológico que as relações públicas foram criadas, ou seja, dentro de uma perspectiva de legitimação do poder das instituições(...)
(CESCA, Cleusa Gimenes. Relações Públicas para Iniciantes. Summus Editorial. 2012, s/p. Adaptado).
A interpretação correta do trecho acima aponta que
o processo de comunicação estabelecido ainda hoje é um tanto previsível face as características de legitimação do poder institucional.
uma severa crítica a diferentes correntes e escolas de pensamento é apontada, considerando-se principalmente o processo de legitimação de poder.
o funcionalismo e o positivismo tornam-se duas correntes teóricas complementares que influenciam fortemente o pensamento de gestão da comunicação, sobretudo no contexto moderno de mercado.
nota-se uma abordagem extremamente mecanicista da sociedade, contexto no qual as pessoas adotariam padrões de comportamento iguais, únicos e previsíveis, fundamentais para entender a moderna comunicação.
o contexto de surgimento metodológico do processo de relações públicas evidencia uma abordagem na qual a comunicação estabeleceria uma relação de respostas previsíveis entre as partes envolvidas, evidenciando a legitimação de poder das instituições.