

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Após gozar de anos de prestígio no mercado, uma multinacional fabricante de tintas automotivas se viu em situações bastante complexas. Tudo começou após a impressa noticiar um vazamento de solvente químico de uma de suas unidades produtivas. Além dos danos ambientais, milhares de pessoas que moravam ou trabalhavam na região circunvizinha à fábrica sofreram intoxicação e precisaram de atendimento médico, em função da inalação de vapores de gases tóxicos lançados na atmosfera.
Grupos de ativistas ambientais e representantes da comunidade local iniciaram uma onda de protestos e de movimentos contrários à atuação da empresa e à permanência da mesma na região afetada. O mais completo curso de ação que a empresa deveria adotar na gestão dessa crise que enfrentava seria
agir imediatamente, prestando esclarecimentos técnicos para a população afetada, por meio de mensagens claras e transparentes; nesse momento, reconhecer o erro é a melhor estratégia.
adotar um conjunto de ações, envolvendo públicos importantes como imprensa, funcionários, comunidade e revendedores, para passar mensagens com informações técnicas sobre as reais causas do acidente.
agendar uma entrevista coletiva com a imprensa o mais rápido possível, para prestar esclarecimentos e, simultaneamente, implantar um programa de comunicação transparente, com potenciais formadores de opinião.
adotar uma comunicação transparente com a imprensa e criar um canal direto de comunicação entre a empresa, os moradores e os grupos de ativistas, considerados poderosos formadores de opinião naquele momento.
incluir no plano de gestão de crise procedimentos tais como uma fala aberta do presidente junto à imprensa, um plano emergencial de contenção de danos ambientais, apoio à comunidade e uma comunicação transparente com públicos formadores de opinião.