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Sobre significação, significado e arbitrariedade, pode-se afirmar que Roland Barthes, no livro Elementos de Semiologia:
considera que o liame entre significante e o significado é contratual em seu princípio, mas esse contrato é coletivo, inscrito numa temporalidade longa e, consequentemente, naturalizado, de certo modo
retomando os estudos de Claude Lévi-Strauss, ressalta que o antropólogo precisa o signo linguístico como arbitrário a posteriori e não arbitrário a prior
concebe, fenomenologicamente, a significação como um processo: o ato que une o significante e o significado, cujo produto é sempre arbitrário
afirma que a associação entre o som e a representação psíquica é fruto de uma preparação individual; esta associação – que é a significação – é arbitrária