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Segundo Fábio Malini (2008), a partir de 1999, inicia-se o que se denominou de “napsterização da rede”, um processo em que os usuários passam a fazer escolhas e a se comportarem livremente na internet, sem intermédios de centros de difusão de informação, reforçado pelos meios sociais online baseados na lógica peer-to-peer.
Está correto afirmar que,
o chamado jornalismo participativo provoca no cidadão uma ação por intermédio da informação, recurso que se potencializa muito mais na esfera global do que na local.
o peer-to-peer passou a designar múltiplos processos e práticas sociais relacionadas com a livre possibilidade de construção autônoma de novos meios.
o termo peer-to-peer se refere aos computadores abertos, mas que não compartilham informações entre eles.
mesmo com a existência de sites e sistemas de informação populares, as corporações midiáticas ainda são primordiais para que exista a colaboração dos usuários na publicação, troca e avaliação dos conteúdos.
a cultura da colaboração em rede tece uma comunicação vertical, sem passar pelos poderes e pelas hierarquias dos detentores dos meios de comunicação de massa.