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Segundo Forni (2013), com relação ao processo de gestão de crises, é correto afirmar que:
atualmente, os especialistas preconizam o processo de gestão de crise como o conjunto de ações para reduzir danos causados após a ocorrência do fato gerador.
são fatores básicos para a gestão de crises: um plano de crise simples e flexível, a necessidade de liderança, um porta-voz preparado, a identificação e a necessidade de estabelecer relação com os diversos stakeholders, o timing da resposta e o plano de comunicação.
o plano de gerenciamento de crises é um documento desenvolvido com o intuito de treinar, organizar, orientar, facilitar e uniformizar as ações de controle e combate às ocorrências normais, propondo uma série de procedimentos alternativos ao funcionamento normal da organização.
o ideal é que cada área da organização faça sua própria gestão da crise, sendo salutar que haja, por exemplo, um plano de resposta a desastres naturais, um plano de emergência de instalações, um plano de resposta a incêndios, um plano de comunicação de crise e um plano de emergência para internet.
o plano de contingência ou planejamento de risco regula a mecânica da crise, mas não possui validade, pois não estabelece ações preventivas com o objetivo de controlar uma situação de emergência e de minimizar as consequências negativas para a organização.