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Em “Cultura Brasileira e Identidade Nacional”, Renato Ortiz (2009) busca romper com uma tradição intelectual que postulava a existência de uma identidade que poderia ser descrita como raiz, essencial. Para o autor, toda identidade é uma representação e não um dado concreto que pode ser elucidado ou descoberto. Isso significa que:
A identidade é uma construção simbólica atravessada por distintos referentes (étnicos, regionais etc). Neste sentido, existe identidade autêntica ou inautêntica, verdadeira ou falsa, bem como representações do que seria um país e seus habitantes.
A identidade não é uma construção simbólica atravessada por distintos referentes (étnicos, regionais etc). Neste sentido, não existe identidade autêntica ou inautêntica, verdadeira ou falsa, mas representações do que seria um país e seus habitantes.
A identidade é uma construção simbólica atravessada por distintos referentes (étnicos, regionais etc). Neste sentido, não existe identidade autêntica ou inautêntica, verdadeira ou falsa, mas representações do que seria um país e seus habitantes.
A identidade não é uma construção simbólica atravessada por distintos referentes (étnicos, regionais etc). Neste sentido, existe identidade autêntica ou inautêntica, verdadeira ou falsa, mas representações do que seria um país e seus habitantes.