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A obra organizada por Teixeira Coelho (2008) apresenta diferentes nuances acerca da cultura não apenas na cidade, mas também pela cidade (compreendida aqui como uma construção para além dos marcos geográficos. O excerto que segue foi retirado do artigo de Pascual.
“As cidades e os governos locais não podiam ficar ausentes do debate sobre o papel da cultura na globalização. Hoje, as políticas locais estão condicionadas pelos acordos internacionais sobre os bens e serviços culturais. [...] Ademais, a convivência criativa no espaço público de uma cidade tem bases locais, mas também referências simbólicas em outras partes do mundo, tanto produto da migração, histórica e atual, como da presença dos meios de informação e comunicação”. (PASCUAL, 2008, p.53 In.: COELHO, 2008).
Em que pese toda a dinâmica de trocas vigente hoje em escala mundial, Ortiz (2009) desenvolve a relação entre cultura e identidade global. Marque a alternativa que expressa a perspectiva de Ortiz:
Não existe uma cultura ou uma identidade global no momento presente. Não nos deparamos com uma sociedade global, mas isto é possível e pode ser viabilizado por meio de processos cada vez mais dinâmicos e convergentes.
Não existe uma cultura ou uma identidade global no momento presente. Não nos deparamos com uma sociedade global, mas isto é possível e pode ser viabilizado por meio da distribuição igualitária de recursos voltados para a cultura.
Não existe, nem existirá, uma cultura ou uma identidade global. A rigor, não nos deparamos com uma sociedade global, isto é um todo integrado econômica, social, política e culturalmente, existem assimetrias entre esses diferentes níveis.
Nenhuma das alternativas anteriores.