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Leia o trecho abaixo:
“(...) as pessoas não se manifestam sobre certos assuntos por medo. Mas medo de quê? De nos sentirmos isolados. De nos darmos conta de que os outros não pensam, não sentem ou não agem como nós. Para não sentir esse medo, procuramos no outro coincidências com nossos pontos de vista, opiniões, critérios éticos etc. Adotamos estratégias de aproximação. De pertencimento. Por isso, evitamos destacar as discrepâncias. Evidenciar a discórdia. Evitamos, assim, expressar opiniões que, supomos, não coincidam com as opiniões dominantes”
(BARROS FILHO, Clovis, PRADO, Magaly Pereira do e REDISCH, Ricardo (orgs). Teorias da Comunicação em Jornalismo. p.43-44)
A hipótese que busca entender esse comportamento é a
da Agenda Setting, de Maxwell McCombs e Donald Shaw.
do Panoptismo, de Michel Foucault.
da Espiral do Silêncio, de Elisabeth Noelle-Neumann.
do Gatekeeping, de David Manning White.
do Silenciamento Discursivo, de Umberto Eco.