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A respeito de um Plano de Comunicação na Administração Pública, Gaudêncio Torquato defende a necessidade de implementar um “modelo integrativo de coordenação de comunicação, de forma a propiciar o desenvolvimento de ações sinérgicas e o uso de linguagens homogêneas”. A estruturação de um plano estratégico dessa ordem se fundamenta, segundo o autor, em redes e fluxos de comunicação. A esse respeito, é correto afirmar que
é preciso valorizar as manifestações espontâneas da comunidade e suas interpretações sobre questões de cultura e de políticas normativas da instituição.
os canais de comunicação ascendente desagregam o relacionamento entre os vários setores administrativos e devem ser acompanhados para corrigir as distorções do plano implementado.
a massificação da comunicação pelo fluxo descendente deve ser prioritária para permitir que mais colaboradores sejam atingidos pelos objetivos comunicacionais.
para promover e sedimentar uma cultura participativa com engajamento positivo no processo decisório, deve-se valorizar o fluxo lateral.
a rede informal deve ser alimentada pelos canais oficiais que traduzem diretrizes, valores, normas e missão da instituição.