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Processos publicitários eficientes frequentemente consideram mais as crenças do consumidor do que as características do produto. A persuasão se dá quando localizamos os valores do consumidor e depois os associamos às características do que está sendo anunciado. O segredo é criar um elo entre os valores do consumidor e as características ou valores expressos pela comunicação do produto. A ligação entre produto e consumidor fica mais forte, e a possibilidade da aquisição do produto pelo consumidor aumenta, já que ele o considera um “igual” e que as pessoas têm a tendência natural de se aproximar de seus semelhantes. Para realizar esse processo de associação da marca à personalidade do consumidor, recorremos a vários processos de persuasão. O mais antigo, com algo em torno de 2.300 anos, foi proposto por Aristóteles, na Grécia Antiga. Aristóteles afirmou que para persuadir uma pessoa é necessário passar por quatro etapas: exórdio; narração; provas; e, peroração. Sobre exórdio, podemos afirmar que:
É o miolo do texto.
É a imagem e início do texto.
Trata-se da logomarca e do slogan.
Pode ser considerado o título e a imagem.
Refere-se ao fim do texto e à assinatura de campanha.