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Na década de 1960, diversos pesquisadores, entre eles Edgar Morin, defendiam que a cultura de massa não era autônoma, como pregavam outras teorias da comunicação, mas era parte integrante da cultura nacional, religiosa ou humanística. Em outras palavras, a padronização dos símbolos não é imposta pela cultura de massa, mas utiliza a padronização desenvolvida pelo imaginário popular de forma espontânea.
Essa teoria é chamada de Teoria
Funcionalista.
Culturológica.
Empírica de campo.
da Persuasão.
Crítica.