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O “vozeirão” grave, condição para quem atuava com locução e dublagem no passado, perdeu...

O “vozeirão” grave, condição para quem atuava com locução e dublagem no passado, perdeu a importância e deu lugar à naturalidade da fala, como ocorre em condições de interação informal entre falantes. A partir disso, a locução e a dublagem passaram a reconhecer


A

a entoação enfática de palavras em situações que envolvem dramaticidade, como nos radiojornais policiais nos quais os locutores criam repetidas sensações de suspense e medo.


B

os cuidados com a voz, como não falar alto ou gritar, pigarrear e preservar hábitos saudáveis, como beber água e não fumar, buscando acompanhamento com fonoaudiólogos.


C

a articulação e a pronúncia clara e correta das palavras, que permitem a compreensão da narração; e o ritmo, que dá equilíbrio, compasso, balanço e velocidade à locução.


D

o autocontrole durante as narrações, visto que a locução e a dublagem não devem ocorrer em condições de estresse, impactando na compreensão do que será narrado.


E

a atuação convincente com a intenção de estabelecer harmonia entre as falas dos intérpretes e os elementos sonoros ou visuais, garantindo a coerência da narrativa.