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O "Dicionário do Livro: da escrita ao livro eletrônico", de Maria Isabel Faria e Maria da Graça Pericão, é uma obra que oferece recortes pertinentes sobre o universo do livro, desde a sua origem na escrita até as transformações trazidas pelo livro eletrônico.
A obra apresenta um vasto conjunto de termos e conceitos relacionados à produção, à circulação, ao consumo e ao estudo do livro, abordando aspectos históricos, técnicos, culturais e econômicos. Por meio de verbetes cuidadosamente elaborados, as autoras oferecem um panorama rico e detalhado do universo editorial e literário.
Na obra, as autoras elaboram ideias sobre o futuro dos livros diante das transformações digitais do mundo contemporâneo. Em relação ao contexto apresentado, é correto afirmar:
As autoras afirmam que os livros impressos tendem, na contemporaneidade digital, à extinção, uma vez que o avanço da tecnologia tornará obsoleta a sua produção e distribuição em forma física.
Segundo as autoras, os livros eletrônicos são um estágio transitório a caminho do que chamam de “era pós-livro”, na qual a humanidade continuará utilizando escrita e linguagem, mas com outros veículos e formatos mais eficientes.
De acordo com as autoras, a obsolescência dos livros é uma questão passageira, e por isso elas não se posicionam categoricamente a este respeito, mas investem seus recursos na definição de nomenclaturas, privilegiando a palavra escrita.
As autoras preveem que os livros digitais serão acessíveis apenas para uma elite cultural, enquanto os livros impressos permanecerão como a forma dominante de acesso à informação por parte das massas.
As autoras preveem que os livros impressos serão acessíveis apenas para uma elite cultural, enquanto os livros digitais permanecerão como a forma dominante de acesso à informação por parte das massas.