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Jenkins (2009), em seu livro Cultura da Convergência, refere-se à “economia afetiva" como sendo:
uma movimentação de mercado gerada a partir de produtos relacionados a lovemarks, que, atualmente, constituem a maior parte dos ativos das grandes empresas.
um valor emocional agregado aos atributos tangíveis do produto, que se sobrepõem no momento da tomada de decisão dos consumidores.
uma nova configuração da teoria de marketing, que procura entender os fundamentos emocionais da tomada de decisão do consumidor como uma força motriz por trás das decisões de audiência e de compra.
um momento da economia contemporânea em que as características físicas do produto são ignoradas no momento da tomada de decisão, em função das características intangíveis.
um resultado de ações de comunicação com objetivo de maximizar o consumo de bens e serviços apelando para a manipulação do consumidor por meio de argumentos emocionais.


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