

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Leia o texto a seguir sobre as rotinas de uma assessoria de comunicação nos anos 1990.
Quando algo negativo acontecia - casos como acidentes de trabalho ou suposto envolvimento de donos ou executivos em ilegalidades -, respondia-se algo evasivo e apenas se houvesse o “vazamento” da informação ou se algum repórter descobrisse. Pensar em tomar a iniciativa para comunicar à opinião pública não era algo que passava pela cabeça da maioria dos executivos e seus assessores.
(CECATO, Valdete, 2011)
Hoje, a passividade dos executivos e de seus assessores de comunicação em situações de crise
permanece adequada, pois “o silêncio é de ouro” e informações negativas para empresa raramente chegam até os veículos de mídia;
seria considerada “Old School”, na medida em que, hoje, é preciso garantir visibilidade midiática para os clientes, especialmente “plantando” notícias negativas sobre eles;
segue válida, pois os veículos de comunicação não se ocupam mais dos vazamentos de informação nem questionam o comportamento das empresas;
seria prudente, pois espera-se que justificativas evasivas sejam dadas espontaneamente pelos stakeholders nas redes sociais digitais para defender os valores da empresa;
poderia ser vista quase como um “suicídio corporativo”, visto que há cada vez mais meios para fiscalizar, questionar e opinar sobre produtos, marcas e comportamento empresarial.