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Leia o texto a seguir sobre as rotinas de uma assessoria de comunicação nos anos 1990.


Quando algo negativo acontecia - casos como acidentes de trabalho ou suposto envolvimento de donos ou executivos em ilegalidades -, respondia-se algo evasivo e apenas se houvesse o “vazamento” da informação ou se algum repórter descobrisse. Pensar em tomar a iniciativa para comunicar à opinião pública não era algo que passava pela cabeça da maioria dos executivos e seus assessores.


(CECATO, Valdete, 2011)


Hoje, a passividade dos executivos e de seus assessores de comunicação em situações de crise


A

permanece adequada, pois “o silêncio é de ouro” e informações negativas para empresa raramente chegam até os veículos de mídia;


B

seria considerada “Old School”, na medida em que, hoje, é preciso garantir visibilidade midiática para os clientes, especialmente “plantando” notícias negativas sobre eles;


C

segue válida, pois os veículos de comunicação não se ocupam mais dos vazamentos de informação nem questionam o comportamento das empresas;


D

seria prudente, pois espera-se que justificativas evasivas sejam dadas espontaneamente pelos stakeholders nas redes sociais digitais para defender os valores da empresa;


E

poderia ser vista quase como um “suicídio corporativo”, visto que há cada vez mais meios para fiscalizar, questionar e opinar sobre produtos, marcas e comportamento empresarial.