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Leia o trecho a seguir.
O telejornalismo apócrifo tem se tornado uma prática contumaz na composição dos noticiários televisivos. Talvez a dinâmica das imagens apócrifas seja mais sedutora do que a transmissão de informações que, mesmo muito relevantes, se restrinjam a cenas “estáticas” de apresentadores narrando “notas secas”.
AGUIAR e ANDRADE, 2019.
Nele, os autores buscam compreender as mudanças no telejornalismo, a partir do uso de
imagens amadoras ou de vídeo-vigilância na constituição de produtos noticiosos.
recursos de inteligência artificial para criação de imagens verossímeis conhecidas como deepfake.
movimentos de câmera que priorizem a interação entre os apresentadores no estúdio e os repórteres em externa.
kit mojo (jornalismo mobile) que permite que o repórter atue também como cinegrafista nas reportagens externas.
notas cobertas com imagens produzidas pela editoria de arte dos telejornais.