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Um repórter de um jornal de Minas Gerais procurou seu superior, editor de redação do veículo, depois de perceber que algumas informações e fotografias foram incorporadas a um texto jornalístico feito por ele sem que ele tivesse conhecimento. O editor disse que a situação não configurava um problema, já que os dados e as imagens eram secundários, além de terem sido adquiridos por meio de fontes de confiança. O repórter retrucou afirmando que, pela ética, não poderia assinar a reportagem.
De acordo com o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, a atitude do repórter foi:
Correta, pois trata-se de um texto assinado, que deve sofrer poucas intervenções dos superiores, prevalecendo a apuração do repórter e as técnicas utilizadas por ele.
Incorreta, pois a tarefa de zelar pelo interesse público cabe principalmente àqueles que estão em cargos de chefia, enquanto o repórter deve se limitar às técnicas do ofício.
Correta, pois o jornalista não deve assumir a responsabilidade por aquilo que não foi produzido por ele ou do qual não tenha participado do processo de produção.
Incorreta, pois o compromisso do jornalista com a veracidade dos fatos não foi comprometido pela situação e, portanto, não fere os princípios éticos da profissão.