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No texto intitulado A Cultura Amazônica e suas múltiplas vozes, de João de Jesus Paes Loureiro (2000), aborda o colonialismo e o capitalismo em superposição hegemônica de novas dimensões simbólicas. A imposição de novos símbolos do capitalismo resulta numa luta entre o que o autor denomina “vozes veladas da Cultura Amazônica” e "veludosas vozes na Cultura Amazônica". Sobre estas vozes é INCORRETO afirmar que
as falácias da colonização do campo fértil, as declarações de respeito às terras indígenas, as leis que anunciam a valorização das terras de trabalho são veludosas vozes.
as vozes veladas são vozes que brotam como expressão imanente da Cultura Amazônica.
as veludosas vozes provocam ou tentam provocar o esquecimento traumático das vozes veladas.
as veludosas vozes são da Cultura de massa, da sedução de viagens magníficas interditadas pelo salário.
as veludosas vozes vêm das encantarias, do sabor da amizade, do livre devaneio sem cartão de crédito.