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Quanto à comunicação de crise, James Grunig (2009) sugere quatro princípios que precisam ser considerados: de relacionamento, de responsabilidade, de transparência e de comunicação simétrica.
Esse último se baseia no fato de que:
para prever ou se preparar para as situações de crise, as organizações devem considerar apenas os interesses da alta cúpula e dos acionistas;
a revelação do mínimo possível sobre a situação de crise ou dos problemas que ela pode causar tende a diminuir seus efeitos negativos para a identidade da organização;
relacionamentos duradouros e transparentes com os públicos de interesse tendem a aumentar a vulnerabilidade da organização frente às situações de crise;
a organização só deve responsabilizar-se pela administração de uma situação de crise na qual esteja envolvida se for diretamente culpada pela situação que a motivou;
para minimizar os efeitos negativos da crise, a organização precisa manter diálogo verdadeiro com o público e a segurança pública deve ser vista como tão importante quanto o lucro.


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