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O roteiro deve ser compreendido como uma história contada em imagens, sons e diálogos, organizada de maneira que facilite sua produção. Assim, a forma do roteiro não é apenas uma convenção estética, mas um padrão funcional que orienta todo o processo técnico. Assim, assinale a alternativa INCORRETA.
Fonte: FIELD, S. Manual do Roteiro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
A forma do roteiro profissional adota convenções específicas, como margens, alinhamentos e formatação padronizada, a fim de facilitar a leitura por produtores, técnicos e atores.
A escrita de ação deve conter apenas o que pode ser visto e ouvido na tela, evitando descrições literárias ou impressões subjetivas do personagem.
A construção do roteiro parte de uma ideia central que evolui para uma premissa e se organiza em estrutura narrativa clara, geralmente dividida em três atos.
A diagramação do roteiro pode ser adaptada livremente ao estilo do autor, desde que a história esteja clara, pois a forma gráfica não afeta o processo técnico.
O roteiro é um documento funcional voltado à produção, e não um texto literário — por isso, seu formato precisa permitir a decupagem e o planejamento de cena por parte da equipe técnica.