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Ao discutir os desafios das políticas culturais no Brasil...

Ao discutir os desafios das políticas culturais no Brasil, Alexandre Barbalho afirma que:


Outra crítica bastante comum por parte dos artistas e produtores é a de que as empresas, mesmo com as facilidades financeiras e fiscais, só se interessam por projetos que tenham visibilidade midiático e/ ou sucesso de público. Projetos em áreas tradicionalmente com pouca ou nenhuma repercussão junto aos meios de comunicação e ao grande público, como as artes cênicas, ou os projetos de experimentação de linguagem, de qualquer que seja a área, encontram muitas dificuldades para captar recursos pelas leis de incentivo. (BARBALHO, 2007, p.49)


Com base no trecho, a reflexão proposta pelo autor trata:


A

Da necessidade de ampliar o controle estatal sobre produções culturais experimentais, como forma de padronizar conteúdos e garantir maior aceitação do público.


B

Da compreensão de que a ampla visibilidade pública é suficiente para assegurar a democratização do acesso à cultura, tornando dispensáveis políticas culturais específicas.


C

Dos efeitos do modelo de renúncia fiscal, que desloca parte da decisão sobre o financiamento cultural para o setor privado, favorecendo projetos com maior potencial de retorno simbólico e mercadológico.


D

A constatação de que as leis de incentivo cultural têm cumprido de forma equitativa seu papel redistributivo, assegurando condições semelhantes de acesso aos recursos para diferentes linguagens e campos artísticos.