A presidente de uma grande empresa do setor de petróleo e gás foi convidada por uma revista nacional a conceder uma entrevista exclusiva. A pauta estava centrada na tecnologia de prospecção de gás em grandes profundidades e poderia ajudar na consolidação da marca da empresa perante a opinião pública e os investidores. Contudo, no decorrer da entrevista, começaram a ser feitas perguntas que diziam respeito, única e exclusivamente, ao foro privado da presidente. A Assessoria de Imprensa interveio e interrompeu a entrevista, com o aval da entrevistada. Ao agir dessa maneira, a Assessoria:
A
acertou, pois existia uma relação contratual que obrigava a Assessoria a agir na defesa da cliente, independentemente dos fatos;
B
errou, pois a relação com a revista foi abalada e outras oportunidades não ocorrerão tão cedo;
C
acertou, pois o direito à privacidade deve ser preservado e os fatos abordados não eram de interesse público;
D
errou, pois a revista tinha o direito de perguntar o que lhe conviesse na medida em que se tratava de exclusiva;
E
errou, pois é livre o exercício profissional e as questões de interesse do público estão acima da privacidade da presidente.