A assessoria de imprensa de um órgão Judiciário brasileiro apresentou um plano de comunicação em que procurou reduzir o número de declarações pessoais dos magistrados para enfatizar informações transmitidas de maneira impessoal. Do ponto de vista dos objetivos de comunicação do Poder Judiciário, essa ação:
A
não procede, porque os magistrados são a principal fonte de informação para a sociedade sobre o Poder Judiciário;
B
procede, porque segue o princípio de evitar a promoção pessoal dos integrantes do Poder Judiciário;
C
não procede, porque a impessoalidade da informação afasta o cidadão das atividades do Poder Judiciário;
D
procede, porque os integrantes do Poder Judiciário não são especialistas em comunicação e devem evitar falar em público;
E
não procede, porque informações jurídicas veiculadas em meio impresso são de difícil compreensão para os cidadãos.