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Na linguagem cinematográfica, é correto afirmar que câmera subjetiva é aquela que:
Apresenta apenas atores coadjuvantes.
Assume o ponto de vista de um dos personagens.
É usada estritamente em peças audiovisuais sem personagens.
Jamais pode ser utilizada para filmar cenas com diálogos.
Mostra na imagem apenas ambientes escuros.
Segundo Laura Maria Coutinho (Audiovisuais: arte, técnica e linguagem, p. 66), “a linguagem cinematográfica é feita de cenas artificialmente criadas por pequenas imagens que se juntam. Essas cenas são registradas por meio de planos que, no filme, podem ser: o espaço rodado sem interrupção, constituído de uma série ordenada de fotogramas que são as imagens fixas que, projetadas em sequência, dão a ilusão de movimento.
Em relação aos planos, é correto afirmar que o plano
de figura apresenta uma ideia geral da cena.
de conjunto enquadra uma grande extensão incluindo a paisagem.
geral mostra todos os elementos de uma cena reunidos.
de detalhe corta o ator na altura do peito.
americano apresenta a pessoa cortada na altura dos joelhos.
“O cinema interativo ainda é considerado um desafio para o campo científico, que encontra barreiras tecnológicas para desenvolver essa modalidade audiovisual. Simultaneamente, o receptor contemporâneo, agora participativo, exige interatividade nos processos aos quais é envolvido, deixando de apresentar, gradativamente, o tradicional comportamento passivo e a leitura linear. Corroborando com esse cenário, o desenvolvimento da TV digital encontra, atualmente, uma carência de conteúdo que atenda às características diferenciadas e contemple a interatividade.”
(Renó. 2007)
Em estudo publicado em 2007, o pesquisador Denis Porto Renó elaborou um estudo científico em que 100% dos entrevistados que responderam a ele entenderam ter vivenciado uma experiência de cinema interativo após seguir o que foi proposto na pesquisa. Reunindo a fortuna crítica sobre interatividade e interação midiática e a referência bibliográfica “Narrativa audiovisual: uma possibilidade de interatividade na Internet” que experimento foi entendido como cinema interativo na Internet no referido estudo:
Postou-se obra do gênero documentário no YouTube. Em seguida, cada participante do experimento teria a possibilidade de postar comentários abaixo do vídeo e ler comentários sobre seus comentários e travar diálogo remoto assíncrono ou síncrono com os demais participantes.
Postou-se obra do gênero documentário no YouTube. Em seguida, cada participante do experimento teve que encontrar a obra por meio do sistema de buscas da plataforma de compartilhamento de vídeos usando uma palavra-chave específica informada pelo pesquisador.
Fragmentou-se a obra do gênero documentário. Em seguida, postou-se cada um dos fragmentos no YouTube, em ordem inversa. Com isso, o participante do experimento teria a possibilidade de experimentar uma narrativa disruptiva.
Postou-se obra do gênero documentário no YouTube. Em seguida, cada participante do experimento anotou qual sugestão de vídeo foi apresentada após a fruição final do produto.
Fragmentou-se a obra do gênero documentário. Em seguida, postou-se cada um dos fragmentos no YouTube, em ordem aleatória, diferente da original. Com isso, o participante do experimento teria a possibilidade de definir a ordem de exibição.
O cineasta norte-americano Stanley Kubrick encomendou uma objetiva "rápida" para filmar Barry Lindon, em 1975, com uma história na qual os personagens se encontravam no século XVIII.
Uma característica desse tipo de objetiva que motivou essa escolha estética é:
produzir imagens distorcidas, em que tanto as linhas verticais quanto as horizontais se curvam para fora
colocar os personagens no centro do quadro para parecerem relativamente normais, mas rodeados por um estranho ambiente esférico
a motivação estética de proporcionar uma ambientação luminosa de época, usando uma abertura máxima útil em baixa luz
a pretensão do cineasta, com o uso dessa objetiva, de apresentar imagens nítidas e detalhadas dos objetos e vestimentas da época sem iluminar muito
A Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional - CONDECINE possui três modalidades de remessa: Condecine Título, Condecine Remessa e Condecine Teles.
A primeira
é cobrada e fiscalizada pela Receita Federal e estabelece um valor único de para as obras não publicitárias de curta, média ou longa duração, sendo ou não seriadas, sendo esse valor será acrescido em 50%, caso as obras sejam de cunho publicitário.
é cobrada e fiscalizada pela Receita Federal e corresponde a 7% dos valores enviados ao exterior relativos aos rendimentos referentes a exploração de obras cinematográficas e videofonográficas.
é cobrada e fiscalizada pela Ancine e isenta as programadoras que optarem por aplicar o valor correspondente a 3% do que deveria ser enviado ao exterior em projetos de produção de conteúdo audiovisual independente.
é cobrada anualmente e fiscalizada pela Receita Federal e é devida pelas concessionárias, permissionárias e autorizadas a distribuir conteúdos audiovisuais através de serviços de telecomunicações
é cobrada e fiscalizada pela Ancine, incide sobre a exploração comercial de obras audiovisuais em diversos segmentos de mercado, sendo devida a cada cinco anos para as obras não publicitárias e a cada 12 meses para as publicitárias.


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A substituição da película de 35mm para exibição nas salas de cinema por arquivos digitais já é uma realidade. Qual formato digital está se tornando padrão para distribuição nas salas de exibição pelo mundo?
4K.
MOV.
AVI.
DCP.
Em Festim Diabólico (Rope), Hitchcock levou a simplificação da montagem a um grau insuperável, já que o filme comporta apenas um único plano por rolo e, do ponto de vista do espectador, inclusive um único plano em todo o filme…”. (MARTIN, 2013). A qual elemento cinematográfico Marcel Martin se refere nessa passagem do livro “A Linguagem Cinematográfica”?
Plano-sequência.
Corte em continuidade.
Cutaway.
Jump cut.
Establishing shot.
Sob o poder do monopólio, toda cultura de massas é idêntica, e seu esqueleto, a ossatura conceitual fabricada por aquele, começa a se delinear. Os dirigentes não estão mais sequer muito interessados em encobri-lo e seu poder se fortalece quanto mais brutalmente ele se confessa de público. O cinema e o rádio não precisam mais se apresentar como arte. A verdade de que não passam de um negócio, eles a utilizam como uma ideologia destinada a legitimar o lixo que propositalmente produzem. Eles se definem a si mesmos como indústrias, e as cifras publicadas dos rendimentos de seus diretores-gerais suprimem toda dúvida quanto à necessidade social de seus produtos.
ADORNO, T.; HORKHEIMER, M. Dialética do Esclarecimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.
Considerando o texto apresentado, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A indústria cultural, conceito formulado pelos sociólogos Theodor Adorno e Max Horkheimer, expoentes da Escola de Frankfurt, coloca em pauta as relações de consumo nas sociedades atuais, o que evidencia o papel dos meios de comunicação como agentes de cidadania.
PORQUE
II. A oferta de cultura como mercadoria, pelos meios de comunicação de massa, contribui, do ponto de vista da Teoria Crítica, para o embotamento da consciência dos indivíduos, perpetuando a padronização própria da lógica capitalista.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições falsas.
Segundo Sampaio (2013), assinale a opção que relaciona corretamente um tipo de mídia a uma característica a ela inerente.
Jornal - ótimo para uso segmentado.
Cinema - tem baixa credibilidade.
Internet - boa capacidade para atingir massas.
TV Fechada - bom impacto sobre o mercado geral.
TV Aberta - relação distante com a audiência.
A ideia do uso de um tema para cada personagem de um filme vem do cinema clássico de _________________, influenciado, por sua vez, pela música de Wagner.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna:
Chaplin
Griffith
Hollywood
Murnau
Eisenstein


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Em Mídia, Sant'Anna, Rocha Júnior e Garcia (2009) apresentam alguns padrões de formato para comercialização nos meios de comunicação. Assinale a opção que apresenta corretamente o meio, o respectivo padrão e suas características.
Outdoor - cartaz de 32 folhas, veiculado por mês ou bimestres.
Cinema - cine semana, que compreende os dias e o intervalo entre 6 ª feira e 5 ª feira.
Televisão - texto-foguete de 15 segundos, inserido durante eventos esportivos.
Rádio - expressão spot ou jingle para peças predominantemente cantadas.
Internet - banner é uma página de anúncio apresentada na tela sem que o usuário tenha pedido.
Propor filmes que sirvam tanto para tevê quanto para o cinema é uma das estratégias atuais. Dois exemplos são O auto da compadecida e A invenção do Brasil. Os dois primeiros passaram na televisão e depois foram remontados para poderem passar no cinema. Comparar minisséries transmitidas pela televisão com o produto que chega ao cinema deixa claras as diferenças nos processos comunicativos demandados pelos dois meios e nos ajuda a perceber como são produzidos esses audiovisuais, tanto em relação às suas estratégias comunicativas quanto produtivas. Além dos cortes de algumas cenas e das inserções de outras, a reedição cinematográfica:

permite a melhor qualidade de imagem, porém prejudica o desenvolvimento e o ritmo da narrativa.
opta pelo gênero melodramático, dando ênfase a todos os personagens da trama.
pode alterar os sentidos da obra, mudando o foco narrativo, a fim de que o universo da narrativa cinematográfica (em sua dimensão ficcional) seja mais coeso e autônomo.
não traz um desenvolvimento narrativo coerente, devido ao excesso de interferências na produção.
não usa o narrador em off, preferindo outras estratégias comunicativas que garantam a comunicação com o espectador.
Na década de 90 do século passado, a extinção da EMBRAFILME e o fim da reserva de mercado para o filme brasileiro fizeram que a produção apoiada pela iniciativa privada crescesse significativamente. A legislação, por outro lado, tem impedido o desenvolvimento da indústria cinematográfica e promovido queda na atividade do setor.
Rodado em 1998, mas somente concluído e lançado em 2001, Lavoura Arcaica, de Luiz Fernando Carvalho, tem sido aclamado como um dos mais significativos filmes da cinematografia brasileira. Baseia-se na obra homônima do escritor paulista Raduan Nassar e tem primorosa fotografia do premiado Walter Carvalho.
No intuito de fomentar a produção cinematográfica, o atual governo adotou uma Medida Provisória, que estabelece uma política nacional para o cinema, cria o Conselho Superior do Cinema e a Agência do Cinema (ANCINE), institui o Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Cinema (PRODECINE) e autoriza a criação de Fundos de Financiamento da Indústria Cinematográfica Nacional (FUNCINES).


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O longa-metragem Abril Despedaçado, produção brasileira concorrente, nos Estados Unidos da América, ao Oscar de melhor filme de 2002, é dirigido pelo veterano Walter Lima Jr. e tem suas locações principais no nordeste brasileiro, pois baseia-se na obra de Graciliano Ramos.
O longa-metragem O Auto da Compadecida, de Guel Arraes, embasado no texto do escritor Ariano Suassuna, foi originalmente produzido como uma série para a televisão e posteriormente remontado para exibição nas telas de cinema. Seu sucesso comprova a potencialidade da parceria entre televisão e cinema.