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Com relação aos conceitos de temperatura de cor e balanço de branco, avalie as afirmativas a seguir
I. A temperatura de cor é medida em graus Celsius.
II. O objetivo do balanço de branco é neutralizar as cores, garantindo que o branco puro seja reproduzido como branco puro, independentemente da cor da fonte de luz.
III. O ajuste de White balance serve para remover ruído em fotos tiradas com ISO alto.
Está correto o que se afirma em
II, apenas.
I, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
III, apenas.
Analise as afirmativas a seguir sobre o diafragma (íris) na objetiva:
I. A abertura do diafragma não tem influência na profundidade de campo da imagem.
II. Valores menores de F-stop indicam aberturas maiores, permitindo a entrada de mais luz.
III. O diafragma controla a quantidade de luz que atravessa a lente e chega ao sensor, funcionando de maneira semelhante a íris do olho humano.
Está correto o que se afirma em
II e III, apenas.
I e II.
I e III.
I, apenas.
III, apenas.
Com relação a Lei nº 9.610/1998, relacionada ao direito autoral sobre as obras fotográficas e as produzidas por processos análogos ao da fotografia, assinale (V) para a afirmativa verdadeira e (F) para a falsa.
( ) A reprodução de retratos, quando feita sob encomenda, depende apenas da autorização do fotógrafo, não sendo necessária a anuência da pessoa retratada.
( ) A exposição ou a utilização da imagem de uma pessoa podem ser proibidas se atingirem sua honra, boa fama ou respeitabilidade, ou se se destinarem a fins comerciais.
( ) As obras fotográficas entram em domínio público após 70 anos contados de 1º de janeiro do ano subsequente à morte do autor.
( ) Fotografias publicadas em jornais e revistas são automaticamente de domínio público, pois têm finalidade informativa.
As afirmativas são, respectivamente,
V – F – V – F.
F – V – V – F.
F – V – F – V.
F – V – V – V.
V – V – V – F.
A regra dos terços é um princípio de composição que divide uma imagem em nove partes iguais e é utilizada para posicionar os elementos principais de uma cena ao longo das linhas ou da intersecção entre as linhas, a fim de criar uma composição equilibrada e(ou) visualmente atraente.
Certo
Errado
A estética da fotografia é mais importante do que o seu conteúdo informativo em veículos jornalísticos.
Certo
Errado
A fotografia é uma linguagem capaz de informar com objetividade e sensibilidade.
Certo
Errado
A direção de fotografia é um pilar da linguagem cinematográfica responsável por traduzir conceitos abstratos (como emoção, atmosfera e simbolismo) em uma linguagem visual coerente. O diretor de fotografia articula recursos técnicos e criativos para construir a identidade visual de um filme, desde a pré-produção até a pós-produção. Considerando sua atuação multidisciplinar dentro da equipe e seu impacto na construção do discurso fílmico, está entre as responsabilidades do diretor de fotografia
concentrar-se em aspectos técnicos operacionais, como o ajuste de exposição e foco durante as filmagens, garantindo que as imagens estejam nítidas e bem iluminadas. Sua principal função é assegurar a qualidade técnica das cenas, sem interferir na narrativa ou na construção de atmosfera visual, que são responsabilidades exclusivas do diretor.
atuar como um executor das instruções do diretor de arte, sendo responsável pela captura das cenas conforme o cenário e figurino pré-definidos. Suas decisões técnicas (como escolha de câmera e lentes) são padronizadas e não variam conforme a narrativa, visando a uma maior eficiência na produção.
concentrar-se na pós-produção, em que o diretor de fotografia realiza ajustes de cor e correção de imagem em softwares específicos para tratamento de imagem.
contribuir com o trabalho do diretor de arte, criando cenários e elementos visuais através de recursos digitais. Sua função é primariamente técnica, focada em efeitos especiais e manipulação de imagem.
conceber e executar o plano visual em conjunto com o diretor. Suas atribuições incluem definir a iluminação, selecionar lentes, compor os quadros e gerenciar a cor. Essas decisões são intrinsecamente narrativas; por exemplo, uma iluminação de chave baixa (low-key) pode intensificar o suspense.
Na fotografia, profundidade de campo e distância focal são dois conceitos inter-relacionados que influenciam a nitidez e o desfoque de uma imagem. A profundidade de campo se refere à extensão da área que aparece nítida dentro da composição, enquanto a distância focal está associada ao ângulo de visão e à ampliação do assunto.
Com base nessa relação, qual das afirmações a seguir expressa corretamente a interação entre esses elementos?
Objetivas de distância focal curta (grande angulares) reduzem a profundidade de campo independentemente da abertura do diafragma, enquanto lentes teleobjetivas ampliam a zona de nitidez na cena.
A profundidade de campo aumenta proporcionalmente à distância focal, o que significa que lentes com maior distância focal (como 200mm) tendem a produzir imagens com áreas mais extensas em foco do que lentes grande angulares (como 24mm).
Mantendo-se a mesma abertura e distância do sujeito, lentes de curta distância focal (grande angulares) proporcionam uma profundidade de campo maior do que lentes teleobjetivas, permitindo que mais elementos da cena permaneçam nítidos.
A distância focal influencia de forma exclusiva a ampliação do objeto fotografado e não tem qualquer relação com a profundidade de campo, que é determinada apenas pelo valor da abertura do diafragma.
A profundidade de campo é afetada apenas pela sensibilidade ISO e pela velocidade do obturador, sendo que a distância focal não exerce qualquer impacto sobre a área de nitidez em uma fotografia.

(Arquivo pessoal; imagens usadas com autorização)
No editor de vídeo Adobe Premiere CS6, essa transição de cenas é feita com o efeito
Center Split.
Flip over.
Page Peel.
Curtain.
Strech over.
Leia o texto a seguir sobre a fotografia.
“Quando havia o negativo, havia o rastro físico: aquele negativo correspondia a pessoas, objetos e/ou cenários que foram fixados em frações de segundo. Mesmo com a tecnologia digital, as informações correspondentes àquela captação de imagem também ficam armazenadas chapa por chapa; há uma individualidade da impressão luminosa”. (BUITONI, 2012)
A autora aponta que a gênese da fotografia, na qual ela é entendida como conexão física, traço, marca, depósito ou rastro, pode ser o que fundamenta a atividade fotojornalística, na medida em que a foto produzida e divulgada com finalidades jornalísticas precisa partir dessa conexão com o real já incorporada pelo senso comum.
Essa gênese da fotografia, à qual a autora se refere, é seu caráter:
indicial;
icônico;
transformador;
conscientizador;
simbólico.
Considere a seguinte hipótese:
Um repórter fotográfico precisou refazer fotos de close de um político porque as imagens obtidas apresentavam olhos vermelhos.
Para evitar que esse defeito ocorra novamente, resolveu fotografar o político
em ambiente com pouca luz.
olhando diretamente para a câmara.
usando flashes com mais luz incidente nos seus olhos.
eliminando os rebatedores de luz.
sem o recurso de flashes.
Na teoria da imagem fotográfica, há autores que consideram a fotografia um autêntico “espelho do real”; outros, a “transformação do real”, e, outros ainda, “traço de um real”.
Na primeira concepção,
apesar de produzir um reflexo, a câmera enquanto instrumento técnico dotado de limitações óticas também refrata o real ao bel sabor das escolhas do fotógrafo.
o efeito de realidade é atribuído à semelhança existente entre a foto e seu referente e a fotografia é percebida ingenuamente como uma cópia objetiva do real.
por envolver códigos culturais em sua produção, fotografia é um instrumento de reflexão, análise, interpretação do real posto frente à câmera.
em termos semióticos, a fotografia é vista como um índice, pois há uma conexão física entre o real e sua representação mediada pela câmera.
a objetividade garantida câmera fotográfica é uma falácia semelhante a do espelho que transforma o real tridimensional em uma representação bidimensional.
Leia atentamente a afirmação a seguir, frequentemente encontrada em textos sobre fotografia macro:
“As lentes macro possuem, por natureza, uma profundidade de campo muito estreita, o que as torna ideais para destacar detalhes e desfocar o fundo.”
Com base nos princípios ópticos da profundidade de campo e da ampliação de imagem, assinale a alternativa correta:
A afirmação é completamente verdadeira, pois as lentes macro são construídas com menor profundidade de campo que as lentes comuns.
A profundidade de campo reduzida não é uma propriedade física da lente, mas um efeito da alta ampliação obtida quando ela é usada a curtas distâncias.
A profundidade de campo é determinada exclusivamente pela distância focal e permanece constante independentemente da ampliação.
Lentes macro mantêm profundidade de campo estreita mesmo quando utilizadas em distâncias normais, pois esse é o resultado do design óptico interno.
A ampliação elevada aumenta a profundidade de campo, motivo pelo qual não é necessário usar aberturas pequenas (f//16) para obter nitidez total.
Observe a imagem abaixo:

Foto: Sebastião Salgado Disponível em: https://aloalobahia.com Acesso: 15 out 2025
Analisando a imagem com base nos princípios de composição e da formação da imagem (luz e sombra), a afirmação a seguir que melhor descreve a técnica de iluminação utilizada e o efeito que ela produz na fotografia é
A iluminação principal (Key Light) está posicionada estritamente como Contraluz (Backlight) para criar um contorno de luz intensa, separando dramaticamente os sujeitos do fundo escuro.
A imagem é caracterizada por um alto contraste dramático gerado pela luz lateral dura, que acentua as sombras, realça a textura da pele e cria grande volume, guiando o olhar diretamente para os pontos de interseção da composição.
O uso do Preto e Branco, aliado à luz lateral sutil, visa construir uma imagem simétrica onde as cores opostas são convertidas em tons de cinza análogos, diminuindo a dramaticidade e o ponto de atenção.
O fotógrafo utilizou luz frontal suave e difusa (similar à luz de um dia nublado ou de um softbox amplo), com o objetivo de reduzir o contraste e as sombras duras, suavizando a textura da pele e criando um efeito "chato" (bidimensional) para humanizar os sujeitos.
A luz utilizada é uma combinação de luz frontal intensa (Flash direto) e luz de preenchimento zero, resultando em sombras marcadas diretamente atrás dos sujeitos, o que é ideal para enquadramentos verticais.
Durante a gravação de uma cena noturna em ambiente externo, a equipe já abriu completamente o diafragma e reduziu a velocidade do obturador ao máximo possível para captar mais luz. Mesmo assim, a imagem continua escura, e não há iluminação adicional disponível.
Nessa situação, o próximo recurso técnico que pode ser utilizado para clarear a imagem é
reduzir a profundidade de campo com uma lente teleobjetiva.
fechar ainda mais o diafragma para melhorar a nitidez.
aumentar a distância focal da lente para ampliar a entrada de luz.
usar o balanço de branco para corrigir a exposição.
ativar o ganho, aumentando a sensibilidade do sensor.
Dominar a luz natural é essencial para o fotógrafo trabalhar em ambientes externos.
Com relação a utilização de luz natural na fotografia, analise as afirmativas a seguir:
I. Num céu sem nuvens, a luz do meio-dia, por ser mais vertical e intensa, tende a criar sombras curtas e duras, enquanto a luz da manhã ou da tarde, por ser mais angulada e horizontal, produz sombras mais longas e suaves, ideais para adicionar textura e volume.
II. Observar a direção da luz é essencial para definir o posicionamento da câmera e do motivo; a luz de fundo pode ser usada para criar silhuetas e destacar contornos.
III. Para conseguir um contraste forte e sombras com contornos bem definidos, em uma imagem externa, o fotógrafo deve sempre priorizar a luz natural em dias nublados, pois as nuvens difundem a luz.
Está correto o que se afirma em
I e III, apenas.
III, apenas.
II, apenas.
I e II, apenas.
I, II e III.
No universo da edição fotográfica, o Lightroom se destaca pela sua abordagem não destrutiva, o que significa que as alterações feitas nas fotos nunca modificam o arquivo original. Sua interface intuitiva é especializada em ajustes de cor, luz e tom em nível global. Contudo, o grande poder do software reside nas suas ferramentas de mascaramento avançado, que permitem ao fotógrafo realizar edições milimétricas e altamente seletivas, aplicando o retoque final com precisão cirúrgica.
No Lightroom, para modificar uma máscara já criada usando Interseção, o usuário deve
clicar no botão “Interseção” diretamente abaixo da miniatura da máscara, sem abrir menus adicionais.
arrastar uma nova máscara sobre a original para acionar automaticamente a função de interseção.
clicar no ícone de três pontos abaixo da máscara, escolher “Fazer interseção da máscara com” e, em seguida, selecionar um método de mascaramento (manual ou por IA).
usar o atalho Alt+Shift+I para ativar a interseção e delimitar a área desejada.
aplicar uma máscara inversa e combiná-la com a original por meio de sobreposição.
Associe corretamente cada tipo de lente à situação fotográfica mais adequada.
1. Lente grande-angular – 24 mm
2. Lente teleobjetiva – 200 mm
3. Lente normal – 50 mm
4. Lente macro – 100 mm
( ) O fotógrafo deseja registrar uma paisagem ampla, valorizando a profundidade e incluindo o máximo possível do cenário no enquadramento.
( ) O fotógrafo pretende registrar o detalhe de uma joia artesanal, revelando textura e pequenas imperfeições invisíveis a olho nu.
( ) Em uma fotografia de rua, o fotógrafo quer captar o gesto espontâneo de uma pessoa próxima, equilibrando enquadramento e profundidade de campo sem distorcer a cena nem comprimir o espaço.
( ) Em um jogo de futebol, o fotógrafo precisa capturar detalhes dos jogadores que estão distantes, sem se aproximar fisicamente do campo.
Assinale a opção que indica a relação correta na ordem apresentada.
1 – 4 – 3 – 2.
1 – 2 – 3 – 4.
3 – 2 – 4 – 1.
3 – 4 – 1 – 2.
2 – 4 – 3 – 1.
Com relação às lentes teleobjetivas e seus efeitos ópticos e perceptivos, analise as afirmações a seguir:
I. As lentes teleobjetivas possuem ângulo de visão mais fechado e são ideais para enquadrar objetos distantes, produzindo o chamado efeito de compressão, que reduz a sensação de profundidade.
II. Pequenas variações de distância focal em lentes longas (como 300 mm e 310 mm) resultam em diferenças visíveis e significativas na ampliação e no enquadramento da imagem.
III. O uso de teleobjetivas em retratos pode ser vantajoso, pois o efeito normalizador mantém as proporções do rosto equilibradas, reduzindo distorções de perspectiva.
Está correto o que se afirma em
I, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I e III, apenas.
I, II e III.
Você está revisando o histograma de uma foto RAW e observa que o pico principal do gráfico está concentrado na área central, mas há uma pequena porção do gráfico "cortando" a borda extrema direita.
A implicação dessa leitura do histograma e a ação correta no software de pós-produção para resolver o problema são:
A imagem possui baixo contraste e pode-se aumentar o controle de Contraste para expandir o histograma.
A imagem está subexposta e deve-se aumentar a Exposição (Exposure) até que o pico se mova completamente para a direita do gráfico.
Há perda de detalhes (clipping) nas altas-luzes. Deve-se reduzir o controle das Altas-Luzes (Highlights) para a esquerda para trazer os picos novamente dentro do histograma.
O contraste está baixo e aumentar o controle de Contraste ajuda a distribuir melhor os tons, corrigindo também as áreas superexpostas.
Há perda de detalhes (clipping) nas sombras. Deve-se mover o controle dos Pretos (Blacks) para a direita para recuperar os detalhes.