

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
O governo brasileiro resolveu adotar modelo de placa de identificação de veículos automotores no “padrão Mercosul”. A nova placa terá tarja azul, nome e bandeira do país de emplacamento e configuração de quatro letras e três números. Além disso, contará com chip e código para facilitar a identificação de veículos roubados ou clonados nos países do Mercosul. A placa de identificação no “padrão Mercosul” utilizará, portanto, um conjunto ordenado de elementos gráfico-visuais capazes de permitir a decodificação da mensagem por um determinado grupo social.
De acordo com o conceito de signo linguístico, esses elementos gráfico-visuais impressos da nova placa correspondem ao valor de:
metalinguística;
fonte emissora;
figura de linguagem;
significante;
ruído.
Ao diferenciar notícia de comentário, os jornais do século XVIII lançaram as bases do jornalismo moderno.
Certo
Errado
A imprensa sensacionalista que exacerba as dimensões singulares dos fatos e acontecimentos reportados é conhecida e dicionarizada no Brasil, corretamente, como:
Imprensa Amarela.
Imprensa Marrom.
Imprensa Nanica.
Imprensa Popular.
Considere:
I. No pós-guerra, a preocupação com a relação desigual de troca de informações entre países desenvolvidos e em desenvolvimento levou à construção de uma agenda de controle proposta pela Unesco, condensada num documento, o Relatório McBride, no Brasil publicado como Um mundo e muitas vozes.
II. As nações mais interessadas no controle dos fluxos de informação entre os países foram Estados Unidos e Inglaterra, preocupados com a expansão da indústria cultural soviética no Ocidente.
III. Nos anos 1990, com o avanço do processo de globalização e da internet, a Unesco substituiu sua proposta de controle de fluxos de informação por uma agenda que democratizasse o acesso e a difusão de informações, com programas de democratização da comunicação e inclusão digital.
IV. Embora os meios digitais tenham se expandido e alcançado cidades de quase todo o mundo, a produção de conteúdo por indústria cultural passou a se concentrar cada vez mais nos maiores conglomerados empresariais de entretenimento, tornando o fluxo entre as nações mais desigual do que nos anos 1970.
Está correto o que se afirma APENAS em
III e IV.
I, II e III.
I, II e IV.
II, III e IV.
I, III e IV.
Na Idade Média, uma importante contribuição à preservação da história e da cultura das civilizações grega e romana, por exemplo, foi alcançada por intermédio do trabalho dos monges copistas da ordem beneditina. Estes, por sua vez, dedicavam-se à tradição de copiar obras tanto com o propósito de atender à obrigação de leitura diária como para aumentar o número de livros em circulação. Contudo, eles se deparavam com algumas dificuldades, com destaque para o alto custo do pergaminho. Por causa disso, obras de menor interesse eram apagadas para que fossem reescritas outras produções no mesmo pergaminho.
Tomando como base os termos aplicados em Teoria da Comunicação, o suporte físico no qual os monges daquele período colocavam iluminuras e letras de famílias e corpo variáveis classifica-se como:
código;
canal;
prensa móvel;
códice;
mensagem.
Sobre o processo de informatização das redações nos jornais diários brasileiros, analise as afirmativas a seguir.
I. Foi iniciado na redação do Jornal do Brasil, em 1995, e impôs mudanças profundas no método de trabalho dos jornalistas.
II. Provocou, como uma de suas consequências negativas, a demissão dos jornalistas encarregados exclusivamente da revisão.
III. Foi visto pelas empresas como uma forma de economia e de maior agilidade na elaboração dos periódicos.
Está correto o que se afirma em
O trecho a seguir reproduz um comentário do jornalista Luis Nassif, então colunista de economia do Jornal da Noite, da TV Bandeirantes, em abril de 1994.
Bom, hoje eu não vou falar de economia, vou falar de um assunto que me deixa doente. Toda a imprensa está há uma semana denunciando donos de escola que presumivelmente teriam cometido abuso sexual contra crianças de quatro anos. Toda a cobertura se funda em opinião da polícia. Está havendo um massacre. Mais que isso, está havendo um linchamento. Se eles forem culpados, não é mais que merecido. E se não forem? Uma leitura exaustiva de todos os jornais mostra o seguinte: não há até agora nenhuma prova conclusiva de que a criança foi violentada por adulto. Não há nenhuma prova conclusiva contra as pessoas que estão sendo acusadas. Tem-se apenas a opinião de policiais que ganharam notoriedade com denúncias e, se eventualmente se descobrir que as denúncias são falsas, vão ter muita dificuldade de admitir. Por isso, a melhor fonte não é a polícia, neste momento. A imprensa deve às pessoas que estão sendo massacradas, no mínimo, um direito de defesa, de procurar versões fora da polícia. Repito: é possível que as pessoas sejam culpadas. Mas é possível que sejam inocentes. E se forem inocentes?
O caso, que consistiu em uma cobertura baseada em ilações não comprovadas arruinando a vida dos acusados, tornou-se um tema recorrente em debates históricos, éticos e metodológicos do jornalismo.Até hoje esse capítulo da imprensa brasileira é conhecido como caso
Maníaco do Parque.
Colégio da Luz Vermelha.
Escola Base.
Coroa-Brastel.
Casa da Dinda.
Esse jornal diário vespertino foi lançado em 1966 por Ruy Mesquita, com um grupo de jornalistas sob o comando de Mino Carta. A proposta era oferecer aos leitores um produto revolucionário do ponto de vista gráfico, ágil e com reportagens que pudessem diferenciá-lo das demais publicações com as quais concorreria nas bancas. A linha editorial do veículo foi destacada na primeira edição: “Vai para a mesma luta, dentro das mesmas normas éticas de intransigência e de responsabilidade. Mas entra na luta com seus próprios meios, com seu estilo próprio, o estilo vibrante, irreverente de um vespertino moderno que visa atingir um público diferente daquele que, normalmente, lê apenas os matutinos, cujo estilo deve ser, forçosamente, mais pesado e mais prolixo”.
Trata-se da seguinte publicação:
Folha de São Paulo;
Estado de São Paulo;
Jornal da Tarde;
Jornal A Noite;
Jornal do Commercio.