

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Sobre a história da imprensa, do rádio e da televisão no Brasil, podemos dizer que a primeira transmissão de rádio no Brasil ocorreu em 7 de setembro de _______, quando o presidente Epitácio Pessoa, ao inaugurar a Exposição do Centenário da Independência, fez um discurso transmitido no Rio de Janeiro. A TV Tupi, primeira televisão brasileira, foi fundada em São Paulo pelo jornalista Assis Chateaubriand no ano de ______. Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.
1922; 1950
1922; 1956
1936; 1960
1950; 1964
1936; 1970
Relacione as diversas fases da televisão brasileira, listadas a seguir, ao período em que ocorreram.
1. Fase Populista
2. Fase do Desenvolvimento Tecnológico
3. Fase Elitista
4. Fase da Globalização e da TV Paga
5. Fase de Transição e da Expansão Internacional
( ) 1950 – 1964
( ) 1964 – 1975
( ) 1975 – 1985
( ) 1985 – 1990
( ) 1990 – 2000
Assinale a opção que indica a relação correta, segundo a ordem apresentada.
Os primeiros anos da televisão no Brasil, de 1950 até meados dos anos 60, podem ser caracterizados como a fase
populista.
de expansão internacional.
elitista.
de convergência.
de globalização.
“A Imprensa Nacional tem o conteúdo de história muito grande em suas mãos. São coisas muito interessantes. Está ali o prelo em que trabalhou ___________, que foi nosso funcionário desde quando foi auxiliar de tipógrafo” (Fernando Tolentino, diretor geral da Imprensa Nacional). Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
Príncipe D. Pedro
Machado de Assis
Luís Augusto May
Araújo Guimarães
Hipólito da Costa
Considere o texto abaixo.

O desenvolvimento capitalista e os novos hábitos de consumo e de lazer brasileiros proporcionaram o fortalecimento, no século XXI, de novas editorias - desmembradas do caderno de cultura - nos jornais da imprensa hegemônica como
Segundo Allen Hurlburt (1986, p. 8) “(...) não há palavra melhor que layout para sintetizar a ideia, a forma, o arranjo ou composição de uma página impressa”.
No entanto, tecnicamente o termo layout designa especificamente:
O papel é um dos mais importantes componentes de custo de um impresso. A escolha do suporte de impressão correto passa pelo conhecimento dos diferentes tipos existentes no mercado. Cada tipo de papel possui características próprias e é indicado para determinado grupo de trabalho.
A opção a seguir que descreve o papel de forma acertada é:
jornal – produzido com elevado percentual de pasta mecânica, tende a descolorir e tornar-se quebradiço com o passar do tempo, utilizado principalmente na imprensa comercial e para impressos de qualidade inferior;
offset – produzido fundamentalmente com pasta química branqueada, com colagem superficial e percentual entre 20 e 30% de cargas minerais na composição da massa, utilizado principalmente para a produção de folhetos e cartazes;
bíblia – produzido com pasta química branqueada e sem carga mineral para evitar pesos padrões superiores a 45g/m², destinado sobre tudo à impressão de Bíblias, dicionários e outros livros com elevado volume de páginas;
acetinado – produzido com mescla de pasta química e mecânica, bem colado e com aplicação de carga mineral superficial, apresenta um dos lados supercalandrado e muito liso e outro sem calandragem e poroso, utilizado para fabricação de revistas e livros;
bouffant – produzido com mescla de pasta química e mecânica (em pequeno percentual), recebe elevado percentual de carga mineral, o que lhe confere boa absorção e corpo, indicado para a produção de livros.
Ele foi um dos principais nomes da chamada Pop Art, movimento artístico de caráter midiático surgido em meados do século XX, que utilizou signos estéticos da Comunicação de Massa, sobretudo relacionados à publicidade, como crítica à sociedade do consumo.
O texto acima se refere a:
Revista semanal ilustrada que marcou época no jornalismo brasileiro foi criada em 1928, no Rio de Janeiro, pelos Diários Associados. Essas informações referem-se à revista:
Isto É.
Manchete.
O Pasquim.
O Cruzeiro.
Fatos e fotos.
Os primeiros impressos foram produzidos com tipos góticos. O desenho desses tipos foi determinado pela busca de Guttenberg em estabelecer semelhanças com os manuscritos que a tipografia pretendia substituir. Desde então tipógrafos, calígrafos e outros profissionais desenharam toda uma infinidade de tipos. Sobre o tema, analise as afirmativas a seguir:
I. É comum que fontes levem os nomes de seus criadores como Garamond, Frutiger, Zapf e Lubalin.
II. Max Miedinger é o desenhista da tipologia Helvética, que originalmente se chamava Neue Haas Grotesk.
III. A tipologia Univers foi criada por Adrian Frutiger e originalmente possuía 21 variações diferenciadas por um sistema de numeração.
IV. A Sabon é uma lapidária criada por Jan Tschichold na década de 1960.
Está correto o que se afirma em:
Leia os trechos a seguir:
I - “Os holandeses, dominando a área mais rica da colônia, no século XVII, introduziram no Brasil alguns elementos característicos da atividade burguesa, de que foram pioneiros. Não a imprensa, porém. Apesar de lhe terem dado singular desenvolvimento, na área metropolitana, na proporção do avanço de sua burguesia, não se empenharam em trazer ao seu novo domínio americano a arte tipográfica”.
II - “Quando surgiram as iniciativas isoladas, no século XVIII, o papel das autoridades coloniais foi importante. Elas não decorreram, assim, de imposição social, mas de esforços isolados. Nem estes, entretanto, permitiu a metrópole que surgissem, liquidando-os no nascedouro”.
III - “Antônio Isidoro da Fonseca, antigo opressor em Lisboa, transferiu-se à colônia, trazendo na bagagem o material tipográfico com que montou no Rio pequena oficina. Chegou a pô-la em atividade, pois imprimiu alguns trabalhos, entre os quais se destaca a Relação da Entrada do bispo Antônio Desterro, redigida por Luís Antônio Rosado da Cunha, com dezessete páginas de texto”.
IV – “O nome de Antonio Isidoro da Fonseca tem o interesse de fixar as dificuldades, mais do que as realizações da imprensa, na colônia. Coube-lhe, de qualquer maneira, a prioridade: a Relação da Entrada foi o primeiro folheto impresso no Brasil.”
Sobre a abordagem apresentada nos trechos acima, é correto afirmar:
As dificuldades encontradas para firmar o conceito de imprensa no período colonial se devem à diferença de idioma entre o holandês e o português, vigentes no Nordeste do Brasil.
O fato de a primeira publicação impressa ter sido feita para um bispo no período colonial evidencia a ligação estreita que a imprensa e a Igreja mantêm até os dias de hoje.
O fato de a Relação de Entrada ter sido publicada mostra que a Corte de Portugal não agia para impedir que publicações fossem feitas, apenas advertia os governadores submetidos à ordem do Reino a não fazê-lo.
O fato de haver escravos no período colonial reforçava a facilidade de instalar a imprensa no Brasil por causa da força de trabalho sem custos.
A imprensa surgiu apenas com permissão e iniciativa oficiais de Portugal com a chegada da Corte de D. João ao Brasil, por meio de ato real expedido em maio de 1808.

O fato relatado no texto do Observatório da Imprensa em 15/4/2014, trazendo novas perspectivas em relação à regulamentação da profissão de jornalista, ocorreu em
Um influente filósofo contemporâneo, morto em 1937, pregava que “tudo o que se publica é constantemente influenciado por uma ideia: servir a classe dominante, o que se traduz sem dúvida num fato: combater a classe trabalhadora”. E arremata afirmando que existem “casos em que o jornal burguês ou cala, ou deturpa, ou falsifica para enganar, iludir e manter na ignorância o público trabalhador”.
O autor dessas afirmações é