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Sobre a História da imprensa brasileira e seus primórdios, é CORRETO afirmar que:
I – O Brasil não teve acesso à tipografia e à imprensa por três séculos desde o Descobrimento, ou seja, até o século XIX.
II – Esta ausência de tipografia e imprensa é, segundo alguns autores, consequência da proibição de industrialização, de sistema interno de correios e de construção de universidades pela coroa portuguesa.
III – Com a chegada da corte portuguesa, no início do século XIX, jornais impressos na Europa começaram a circular no Brasil, entre eles, o Correio Braziliense.
IV – A imprensa brasileira ficou livre da censura apenas no final do século XIX, coincidentemente com a abolição da escravatura em 1888.
Somente as afirmativas I e IV estão corretas.
Somente as afirmativas II e III estão corretas.
Somente as afirmativas II, III e IV estão corretas.
Somente as afirmativas I, II e III estão corretas.
Misto de beco e escadaria, um corredor estreito que margeia a beira do morro leva a uma casa onde funciona o restaurante Sabor das Louras. Na varanda do 2o andar, duas mesas proporcionam uma vista da Baía da Guanabara e de um pedaço da Estação Central do Brasil, um privilégio que desfruta quem acessa aquela área do Morro da Providência, no centro do Rio de Janeiro.
O trecho acima pertence à abertura de uma matéria que conta a história de Rosana Damasceno, proprietária de um pequeno restaurante para turistas do Morro da Providência, no Rio de Janeiro.
De acordo com as características de redação desse trecho de matéria, é correto afirmar que ela pode ter sido veiculada
em um programa jornalístico da Rádio Bandeirantes.
na revista Veja.
no programa Globo Repórter
no jornal Folha de S. Paulo.
no portal Porta dos Fundos.
O primeiro telejornal brasileiro foi ao ar dois dias depois do nascimento da televisão no país. Era apresentado por Ruy Resende. Era diário e apresentava fotografias de fatos marcantes do dia ou material audiovisual de acontecimentos ocorridos há até doze horas passadas, já que havia demora na revelação e montagem dos filmes para telejornal.
Esse telejornal chamava-se
Mappin Movietone e era transmitido pela TV Difusora de São Paulo.
Imagens do Dia e era transmitido pela TV Tupi de São Paulo.
Jornal Nacional e era transmitido pela TV Globo do Rio de Janeiro.
Jornal de Vanguarda e era transmitido pela TV Nacional do Rio de Janeiro.
Ultra Notícias e era transmitido pela TV Guanabara do Rio de Janeiro.
Em 31 de agosto de 2010, após 119 anos de história, um dos mais tradicionais jornais brasileiros deixou a versão impressa e passou a ser disponível somente na sua versão digital. Na sua estreia como jornal digital, o periódico enumerou os argumentos que justificaram a sua opção, colocando entre eles o respeito à ecologia e o alinhamento com o futuro. Mas, no dia 25 de fevereiro de 2018, sob nova direção, o jornal voltou às bancas cariocas. O empresário que adquiriu os direitos justificou o projeto por ter identificado um nicho no mercado de jornais impressos. O nome desse jornal é
Jornal do Brasil.
Extra.
Diário Carioca.
Tribuna da Imprensa.
Diário do Comércio.
No dia 28 de fevereiro de 1892, Raul Pompeia iniciava a sua colaboração para um jornal paulista da seguinte forma:
Estamos no carnaval.
Entretanto, só no fundo da lembrança e da imaginação temos a festa dos risos.
As ruas não despedem para o espaço o vozear rouquenho dos porta-vozes, nem a conversação fanhosa dos mascarados.
O trovão enfático dos zé-pereiras não se ouve senão como sugestão sonora, mal conseguindo destacar-se na vaga alucinação da memória.
As características deste texto são de
um conto.
uma crônica.
uma resenha.
um comentário.
um fait-divers.
O Correio Brasiliense foi fundado em 1808 por Hipólito José da Costa. Produzido e vendido na Inglaterra, o primeiro jornal brasileiro chegava ao Brasil clandestinamente. Analise as afirmativas abaixo acerca da imprensa no Brasil e assinale a alternativa INCORRETA.
Tico-tico, a primeira revista em quadrinhos brasileira, foi criada no ano de 1865
O primeiro periódico feminino, o Jornal das Senhoras, dirigido pela argentina Joana Paula Manso de Noronha, abordava temas como moda, literatura, belas-artes, teatro e crítica
Os escritores José de Alencar, Raul Pompéia e José Veríssimo teceram ideias nos Jornais do Commercio, a Gazeta de Notícias e no O Estado de S. Paulo
No início do século XX, as páginas dos jornais alocavam exclusivamente política e literatura, sem espaço para entrevistas, reportagens, noticiários esportivos e crônicas
O Jornal do Commercio publica os primeiros telegramas de uma agência de notícias internacional chamada Havas-Reuters
A revolução constitucionalista de 1932 aconteceu porque São Paulo se insurgiu contra o governo ditatorial de Getúlio Vargas. O rádio teve grande importância para os insurgentes paulistas, porque funcionou como catalizador do movimento, e consagrou a voz de um jovem vindo de Campinas, Cesar Ladeira. Coube a ele ler os textos revolucionários do poeta paulista Guilherme de Almeida na rádio
Piratininga.
São Paulo.
Record.
Bandeirantes.
Excelsior.
Circulou em São Paulo, de 27 de agosto de 1979 a janeiro de 1980, sob a direção de Mino Carta, um jornal que prometia revolucionar o jornalismo brasileiro e aproveitar a abertura política para dar à população um jornal independente e reuniu bons e experientes jornalistas. Esse texto refere-se ao jornal
O Independente.
Folha da Noite.
Diário Republicano.
Carta Maior.
Jornal da República.
Um jornal paulista, em 1932, deu efetivo apoio à revolução constitucionalista e, com a derrota dos paulistas, teve a sua diretoria enviada ao exílio. Em 1940, esse mesmo jornal, que manteve a oposição ao regime Vargas, foi invadido por órgãos de segurança por suposto armazenamento de armas em suas instalações. O periódico foi fechado e confiscado pela ditadura e até dezembro de 1945 foi administrado pelo DIP. Foi devolvido aos seus legítimos donos em 6 de dezembro daquele ano. Os números do jornal, que circularam durante a intervenção, são desconsiderados na história do diário.
Esses dados históricos pertencem ao jornal
O Estado de S.Paulo.
Diário de S.Paulo.
Diário Popular.
Folha de S.Paulo.
Correio Paulistano.
Revista semanal ilustrada que marcou época no jornalismo brasileiro foi criada em 1928, no Rio de Janeiro, pelos Diários Associados. Essas informações referem-se à revista:
Isto É.
Manchete.
O Pasquim.
O Cruzeiro.
Fatos e fotos.
A cobertura jornalística da Guerra do Golfo ficou marcada positivamente em relação à ética dos profissionais da comunicação, especialmente porque serviu de mediação entre os diversos públicos envolvidos.
Certo
Errado
Paulo Patarra, em entrevista a Adalberto Leister Filho, ao se referir à equipe de jornalistas, que dirigiu como redator-chefe, afirmou que “cada um escrevia do seu jeito. Não era que nem texto de “Veja”, em que tudo é parecido. Era um outro estilo. Era uma revista de autores. O leitor fanático lia a reportagem e sabia quem tinha escrito sem ver o nome do autor”. A revista tinha o selo da Editora Abril e circulou de abril de 1966 a janeiro de 1976, praticando o new journalism. O nome da revista era
Manchete.
Realidade.
Fatos e Fotos
Visão.
Contexto.
Na década de 60, a TV Excelsior lançou um dos mais importantes telejornais da história do telejornalismo brasileiro. Em 1963, esse programa jornalístico foi considerado um dos melhores do mundo e recebeu o prêmio espanhol “Ondas”, que distinguia as melhores produções do gênero. Tinha cronistas especializados para vários assuntos. Entre eles, Newton Carlos, Villas-Boas Correia, Millôr Fernandes, João Saldanha e Stanislaw Ponte Preta. Marshall MacLuhan usou o telejornal em suas aulas de comunicação. Esse telejornal chamava-se
Show da Notícia.
Repórter Esso.
Jornal de Vanguarda.
Mappin Movietone.
Titulares da Notícia.
A atividade jornalística se fundamenta, na concepção de Nilson Lage, autor dos livros Estrutura da notícia e Linguagem jornalística, no tripé:
tecnologias, ciências sociais e criatividade
ciências humanas, linguagem e gerenciamento.
linguagem, tecnologias e ciências sociais.
criatividade, técnicas da escrita e ciências humanas
gerenciamento, linguagem e tecnologias.
O primeiro jornal publicado em terras brasileiras foi em setembro de 1808, embora a imprensa nacional tivesse nascido oficialmente no Brasil no dia 13 de maio, com a criação da imprensa régia. Qual o nome desse jornal e o Estado em que foi publicado?
A Gazeta, Rio de Janeiro
Idade D´ouro do Brasil, Bahia.
Correio Braziliense, Rio de Janeiro.
Farol Paulistano, São Paulo.
Correio Braziliense, São Paulo.
Durante a década de 1980, período após a ditadura militar no Brasil, são exemplos de veículos de comunicação popular ou alternativa utilizados como opções à grande mídia:
TV aberta; rádio FM; redes sociais.
Boletins; rádio FM; cinema.
panfletos; TV aberta; alto-falantes.
redes sociais; cinema; alto-falantes.
boletins; panfletos; alto-falantes.
Em 1998, a primeira revista semanal brasileira a colocar uma página na internet com notícias diárias foi:
Veja.
Carta capital.
Isto É.
Época.
O crescimento da indústria jornalística, no século XIX, se deve a quê?
A linhas de crédito e instituição de impostos específicos para as empresas do setor e à abertura de escolas para jornalistas.
À melhoria nos métodos de produção e distribuição, ao crescimento da alfabetização e à abolição nos impostos.
A um método de produção melhor, à estatização do gerenciamento e ao corte nos impostos.
À normatização da escrita jornalística e ao crescimento da publicidade.
À maior eficiência na distribuição dos jornais e revistas e à cobrança de tributos baseada na quantidade de jornalistas empregados.