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No jornalismo impresso, existem diversos tipos de lide; entre eles, o lide clássico, que se caracteriza por:
aparecer geralmente nas suítes e ser um resumo dos acontecimentos relativos ao fato noticiado anteriormente;
começar com uma frase curta em voz passiva, normalmente como recurso para apresentar oposições retóricas;
apresentar os fatos em ordem cronológica, caracterizando-se pelo predomínio da linguagem narrativa ao responder às questões: quem?, o quê?, quanto?, onde?, como? e por quê?;
começar por um verbo de ação e responder ordenadamente as questões: o quê?, quem? quanto?, onde?, como?, e para quê?
responder as questões: quem?, o quê?, quando?, onde?, como?, e por quê?, apresentando os fatos a partir do mais importante.
Abrir a notícia de modo impreciso, adjetivado e descritivo é uma forma de texto jornalístico que deve ser evitado, o qual é conhecido como:
Uma notícia que continua nos jornais, nos dias seguintes à primeira publicação, chama-se:
Nos telejornais, “nota pé” significa
o encerramento ou a abertura de uma matéria, quando são utilizadas “sonoras”.
uma notícia curta lida pelo apresentador ou pelo repórter, em pé, no estúdio ou em externa.
uma entrevista em externa - não prevista em pauta − realizada pelo repórter.
o texto escrito na parte inferior da tela para complementar uma notícia.
a nota “ao vivo” lida no final de uma matéria pelo apresentador, para complementá-la.
Uma pauta de notícias deve conter:
nome, descrição detalhada do fato, recomendações da redação, espaço disponível na página, formas de apuração e enfoques principais.
evento, hora e local, exigências para a cobertura, indicação de recursos e equipamentos e o que se espera como aproveitamento editorial.
levantamento exaustivo das fontes, indicação de sites, formas de perguntar, definição dos entrevistados e indicações de conduta e etiqueta.
orientação ideológica e editorial, pesquisa de fontes e em biblioteca, estudos acadêmicos em relação ao evento e interpretações possíveis.
formas de abordagem do tema, indicação de autoridades que possam dar entrevista, descrição minuciosa do tema e linhas de apuração.
O release transformou-se em um instrumento que, de certa maneira, simboliza o trabalho do assessor de imprensa. No jornalismo, pode-se afirmar que o termo release corresponde à(ao):
I. Serviço de recortes de jornais e revistas sobre assunto de interesse de uma empresa ou instituição.
II. Material jornalístico produzido pela assessoria de imprensa e liberado para divulgação.
III. Listagem de nomes e endereços dos veículos de comunicação e dos jornalistas.
Está(ão) correta(s) apenas:
Em 2006, o presidente da Bolívia Evo Morales, através de decreto, determinou que as empresas petrolíferas que realizam atividade de produção de petróleo e de gás no país passam a ser obrigadas a entregar a propriedade à estatal YPFB.
Os episódios, envolvendo o Brasil e a Bolívia na questão da nacionalização do gás, chamaram a atenção da imprensa brasileira.
No jornalismo, a continuação de um assunto, com a cobertura de seus desdobramentos em edições subseqüentes, convencionou-se chamar de:
O “espelho” do telejornal é
a apresentação das principais matérias que abrem o programa.
a relação detalhada, com duração e indicação de cortes, das matérias gravadas em externas
a ordem de entrada das matérias, da divisão de blocos, das chamadas e do encerramento.
a pauta de cada matéria realizada pelos repórteres e respectivos nomes.
o script completo do programa acompanhado do roteiro das imagens.
Lide e pirâmide invertida são procedimentos do passado, afeitos tão-somente ao meio impresso e, portanto, superados pelo ambiente de hipermídia.
Com relação ao vocabulário usado na atividade jornalística cotidiana, é correto afirmar que:
nariz de cera é o mesmo que lide clássico;
os formatos de publicação standard e tablóide têm o mesmo tamanho;
artigos, editoriais e crônicas são textos noticiosos assinados;
suíte é o mesmo que segundo clichê;
Deadline é o prazo final para execução de uma tarefa.
O roteiro de um telejornal é chamado de
escalada.
relatório de ocorrências.
pauta.
espelho.
release.
Com o avanço das tecnologias, especialmente as que possibilitam velocidade na transmissão dos fatos, a distinção antagônica entre pirâmide invertida e pirâmide normal perdeu completamente o sentido.
Uma espécie de "nota editorial" cuja característica é não ter lugar fixo em página alguma e vir do lado (quase sempre, direito) da matéria que informa sobre determinado fato (assunto do comentário presente na nota). Recebe esse nome pelo teor "temperado" de sua linguagem. Estáse falando em nota
política.
pimenta.
azeite.
picles.
legenda.
No jornalismo, pode-se afirmar que a denominação pauta aplica-se a:
I. Planejamento de uma edição.
II. Depoimentos de diversas pessoas sobre o mesmo tema ou assunto.
III. Roteiro dos principais assuntos a serem noticiados em uma edição.
Está(ão) correta(s) apenas
Os house organs traduzidos literalmente do inglês como "órgão da casa" possuem características que os diferenciam da chamada "grande mídia" e os colocam no universo das assessorias de imprensa. Com relação às características do house organ, a afirmativa incorreta é:
deve informar sobre o contexto da organização, abordando o seu funcionameno interno, planos de crescimento e posições defendidas interna e externamente;
deve valorizar os integrantes da organização, mostrando que são e o que fazem;
deve incentivar o crecimento do leitor como cidadão, conscientizando-o de seus direitos e deveres;
deve privilegiar os aspectos instituicionais da publicação, abandonando os critérios jornalísticos no tratamento da informação;
deve registrar fatos importantes tanto para a empresa quanto para seu público, assim como fornecer uma leitura interessante para os funcionários e seus familiares.
Uma notícia inverídica publicada por um órgão de imprensa, geralmente com grande estardalhaço e sem má fé, mas que pode abalar a credibilidade de um veículo, é conhecida como:
informação em off;
barriga;
furo jornalístico;
feature;
teaser.
A cozinha no jargão jornalístico é o termo com que se designa
a veiculação de informação ou música a partir de “propina”, “por baixo do pano”.
o trabalho de reescrever (adaptar, atualizar e condensar) textos.
o conjunto de recortes de jornais e revistas sobre determinados assuntos.
a expressão que deve ser evitada no rádio por ser usada com freqüência exagerada.
o ponto culminante da veiculação de um texto ou reportagem.
Sobre termos técnicos de comunicação, numere CORRETAMENTE a coluna da direita de acordo a da esquerda:
A seqüência CORRETA, de cima para baixo, é:
3 - 4 - 1 - 5 - 2
3 - 2 - 1 - 4 - 5
2 - 1 - 5 - 3 - 4
Sobre a produção de relises para a imprensa, assinale a afirmativa INCORRETA:
Podem conter títulos e entrevistas.
Podem ser substituídos pelo envio às redações de teasers pelas assessorias.
Podem destinar-se também ao aproveitamento para publicação pelo veículo.
A redação do relise obedece as mesmas regras do texto jornalístico, não prescindindo do lead e da hierarquização das informações.