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Em diagramação, a paica é um pedaço de papel que se coloca em uma prova para impressão, para nela escrever algo que se quer acrescentar ao trabalho ou uma correção extensa que tenha de ser feita antes do fechamento da página.
O uso de efemérides nos jornais e revistas foi altamente criticado e praticamente expurgado das edições dos grandes jornais e revistas nacionais. Até mesmo em tablóides e house organs, as efemérides tendem a ser eliminadas.
Antes do uso do computador nas redações, a fórmula para se organizar um texto do jornalismo impresso era a da pirâmide invertida. Mas, com o surgimento do computador e o processo de medição automática e exata dos textos a serem compostos, não há por que manter a mesma forma, e fatos relevantes da matéria podem ir para o final dela.
Um recurso editorial muito usado no jornalismo impresso é a sub-retranca, texto editado abaixo do principal, para o qual traz informações complementares ou análise ou contextualização. A sub-retranca tem como marca gráfica título em corpo menor do que o de um texto autônomo.
Considerado um sinal de exagero de texto, o parágrafo introdutório que retarda a entrada no assunto específico de uma matéria jornalística é chamado de nariz-de-cera.
O videotexto é (são):
qualquer página em cores visualizada em tela de computador.
sistema destinado à transmissão de textos entre computadores.
Vários termos técnicos fazem parte do jargão jornalístico.
A chamada "suíte" se refere a:
matéria destinada à reprodução gráfica
caderno adicionado a uma edição de jornal
desdobramento da cobertura de um fato já noticiado
relato de uma série de fatos a partir de um fato principal
No livro Pragmática do Jornalismo, Manuel Carlos Chaparro aborda algumas conceituações do off e do boato. Assinale a alternativa que NÃO corresponde às explicações do autor:
O boato motiva pautas, esconde ou expõe fatos, amplia ou reduz a dimensão dos acontecimentos, altera-lhes o significado, atrai ou repele a curiosidade dos repórteres, motiva ou inibe perguntas, direciona reportagens, gera ou elimina manchetes, produz desmentidos ou confirmações.
No jornalismo brasileiro, o off é a mais nobre e corriqueira prática do boato e é uma das almas da cultura jornalística.
O boato pode determinar ou modificar as intenções das mensagens jornalísticas, adequando-as aos interesses a que está vinculado.
Nenhum jornal, no Brasil ou no exterior, limita ou impede a utilização da informação em off.
Em telejornalismo, o termo "abertura de matéria" significa:
um programa voltado à abordagem profunda de um determinado tema.
noticiário de pequena duração, variando de 3 a 5 minutos.
o início da notícia e deve ser produzida pelo repórter no local da ação.
"Chamada", em telejornalismo, quer dizer:
Flash gravado sobre matéria que serve para despertar o interesse e alertar os telespectadores sobre determinado fato.