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Muitas matérias jornalísticas são ilustradas apenas com a fotografia da fonte principal (a foto do rosto de um ator, de um deputado ou de um cientista). No jargão do fotojornalismo, esse tipo de fotografia é chamado de:
Embora os títulos sejam muito importantes em qualquer projeto gráfico, são as ilustrações e fotos que chamam a atenção dos leitores. Por atraírem toda a força da mensagem e sintetizarem a idéia básica do texto, constituem as peças mais importantes do arranjo gráfico.
Os jornalistas criam a atualidade a partir da sua percepção ao verem a realidade exterior como um conjunto de acontecimentos diferentes e independentes que podem transformar-se em notícias. Um recurso utilizado é o uso do newspeg ou gancho.
O conceito de primeira página, adotado no Brasil desde a reforma do Jornal do Brasil nos anos 50 do século XX, segue a lógica da vitrina, uma vez que o país adotou o modelo de jornal para o consumo de massas.
O texto traz um lide de impacto, ao começar com uma informação de peso dramático e emocional capaz de atrair o leitor.
A técnica de redação da pirâmide invertida é a mais usada no meio jornalístico e pressupõe a hierarquização das informações de modo crescente, dando ao leitor conhecimento do assunto a partir do geral até a notícia em si.
Os títulos, quanto à posição que ocupam na página, podem ser classificados como manchete, manchetinha, entretítulo, subtítulo ou antetítulo. Entre esses, os mais usados são a manchete, título principal que fica no alto da página e ocupa toda a sua extensão, e o título propriamente dito.
O termo briefing é muito usado em publicidade e propaganda e também no jornalismo. Significa curto, rápido, e pode ser usado no sentido de pequenas notas a serem pautadas em colunas ou o resumo das notícias.
A expressão tensão jornalística define o clima de tensão que um jornal ou revista reflete em seus textos, na maior parte dos fatos que noticia. Essa tensão deve ser transmitida não por adjetivos, mas pela descrição seca e concisa dos fatos dramáticos.
Na confecção de um texto jornalístico, o uso da pirâmide invertida se deve a duas razões prioritárias: a primeira e mais importante é a de facilitar o trabalho do jornalista; a segunda, facilitar a vida do editor.
As notícias institucionais são produzidas no âmbito das instituições e órgãos públicos e, para se transformarem em acontecimento público e tornarem-se notícia a ser publicada por jornais e outros veículos de comunicação, passam por uma série de instâncias hierárquicas dentro da empresa.
Em geral, a seleção das pautas nos meios jornalísticos independe dos assuntos de interesse e é voltada para as matérias ou notícias do dia. A perspectiva editorial só é formulada depois que a pauta é fechada e o editor já tem idéia do que será a edição do dia.
A pirâmide invertida é a estrutura predominante nos textos jornalísticos porque é rígida, anódina e pode ser intercambiável.
O que se convencionou chamar paica é a medida tipográfica que equivale a 12 pontos do sistema angloamericano ou 11,22 pontos do sistema Didot.
Sub-lide é um texto de apoio que aparece em um boxe, sempre destacado do lide.
A imprensa escrita moderna tem no módulo um elemento que auxilia a organização visual e dinamiza a página. Define o módulo
a composição tipográfica cuja largura não corresponde à largura das colunas do jornal.
o conjunto de folhas dobradas que compõem o jornal.
cada um dos formatos fixos usados na paginação de um jornal.
o conjunto de desenhos que reconstitui o desenrolar de uma ação.
o texto com uma das margens alinhadas e a outra irregular.
A pirâmide invertida no jornalismo consiste no estabelecimento de uma hierarquia dos fatos, para atender os critérios de importância da notícia. Tal procedimento nem sempre segue critérios cronológicos ou a seqüência literal dos fatos. Cabe ao jornalista reordenar os eventos de acordo com a pauta, os critérios de noticiabilidade e os valoresnotícia.
O uso do release pelas assessorias de imprensa e comunicação transformou esse instrumento em uma das principais fontes de informação e notícia das redações jornalísticas. O release, em sua versão impressa, deve estar contido em uma lauda A4, ter um tamanho padrão de 30 linhas e conter todas as indicações de como obter informações adicionais.
Um dos critérios de seleção no jornalismo é a pauta, instituída recentemente no Brasil e implantada nas redações a partir da metade do século passado. Ela é uma forma de planejamento de uma edição de jornal ou revista, ou pode referir-se a cada um dos itens do planejamento, quando atribuído a um repórter.
O lide de uma matéria jornalística deve privilegiar um núcleo de interesse ou um aspecto específico do fato, tais como: uma revelação, a idéia-chave de um debate, o aspecto mais relevante de um evento ou a declaração de maior impacto de uma autoridade.