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O modelo da pirâmide invertida é a base teórica do new journalism, corrente surgida nos Estados Unidos da América em que são empregados recursos literários na reportagem.
A pauta, que tem o objetivo secundário de auxiliar no planejamento da edição jornalística, é amplamente adotada na imprensa brasileira e nos veículos de comunicação corporativos.
Matéria jornalística sem compromisso exato com a atualidade e que não precisa ser publicada imediatamente é denominada
quente.
filler.
fria.
calha.
furo.
A redação da notícia em formato de pirâmide invertida é uma técnica fundamental do jornalismo. Nesse formato, após o lide, o restante do texto da notícia deve ser estruturado conforme uma ordem
cronológica, com o desenrolar dos fatos que levaram ao acontecimento descrito no lide.
expositiva, com o último parágrafo obrigatoriamente retomando e concluindo a ideia introduzida no lide.
indutiva, com os fatos apresentados de forma a persuadir o leitor sobre o que foi exposto no lide.
lógica, com os fatos apresentados segundo uma ordenação por relevância e interesse.
objetiva, com a apresentação dos fatos ordenada segundo critérios de isenção e neutralidade.
Os valores-notícia são empregados pelos jornalistas na seleção de assuntos a serem cobertos.
Na reportagem de fatos (fact-story), o relato é feito de forma objetiva. Os fatos são narrados um atrás do outro, em ordem de importância, como se fosse um crescente. O lide vem em primeiro lugar e, depois, o jornalista trata dos assuntos de forma pontual. Esse modelo é conhecido como
pirâmide invertida.
analítico.
investigativo.
factual.
casual.
Em uma assessoria de comunicação a realização de clipping tem um papel importante, maior do que simplesmente coletar o que foi publicado sobre o assessorado. Atualmente, em situações de crise, o clipping é utilizado principalmente para
orientar o departamento publicitário na veiculação de novos comerciais.
saber se a divulgação da assessoria de comunicação atingiu certos veículos.
fazer com que o follow up da assessoria de comunicação seja eficiente.
facilitar a elaboração do press kit a ser utilizado nas próximas campanhas.
a tomada rápida de decisões, evitando a repercussão negativa de uma notícia.
Um dos instrumentos utilizados em uma assessoria de comunicação é o mailing list, ou simplesmente mailing. Ele deve ser o mais completo e abrangente possível, contendo todos os veículos e nomes de jornalistas que atuem na área a ser trabalhada. Para a sua boa qualidade é necessário e fundamental que
seja comprado de empresas especializadas na elaboração de mailing list.
passe por uma constante atualização, pois é grande a rotatividade nas redações.
apresente a maioria dos contatos da agenda dos jornalistas que cuidam da conta.
se evite sua repetição de uma campanha para outra realizada pela assessoria.
tenha somente o nome dos editores responsáveis pelo fechamento do veículo.
No jargão da produção jornalística, os depoimentos de pessoas envolvidas no acontecimento são conhecidos como aspas e fazem parte da técnica de produção de notícias, denominada documentação.
A pauta, ou brieffing, que tem como objetivo orientar o repórter a respeito da forma de estruturar a cobertura de determinado assunto, antecede a apuração.
As principais informações sobre um assessorado chegam às redações em um release, o que o torna um dos melhores instrumentos de trabalho de uma assessoria de comunicação. Um bom release deve
ser escrito usando critérios essencialmente jornalísticos, pois seu objetivo principal é servir de apoio à pauta.
lembrar ao jornalista que o assessorado, se for o caso, é anunciante do veículo e essa parceria não deve ser esquecida.
ser produzido levando-se em conta todos os critérios mercadológicos do marketing, pois deve “vender” o assessorado.
ter algo de publicidade em seu texto, pois não deixa de ser uma peça publicitária, mesmo que escrita por jornalistas.
apresentar-se como um relatório, elencando todas as qualidades do produto do assessorado que está sendo trabalhado.
No jargão jornalístico, denomina-se de pingue-pongue o esquema de apresentação de entrevista realizada com base no modelo de perguntas e respostas.
No jornalismo brasileiro, o sublide é o texto mediante o qual são apresentados aspectos complementares ao fato principal, correspondendo ao segundo parágrafo do texto jornalístico.
Comumente, na abertura de um telejornal é utilizada uma imagem com um pequeno texto realizado pelo repórter, que visa despertar a curiosidade dos telespectadores. Esse recurso é chamado de
script.
hard news.
features.
teleprompter.
teaser.
2-3-1-5-4
2-5-1-3-4
4-5-3-2-1
4-2-3-5-1
No telejornalismo, o lide, também denominado de cabeça de matéria, consiste no texto lido pelo apresentador no início da reportagem.
É prática recorrente nas edições dominicais dos jornais conferir-se à entrevista o mesmo tratamento dispensado à notícia, dispondo-se, em sua abertura, ou lide, a proposição julgada mais relevante.
O emprego do lide, texto em que são respondidas as seis indagações básicas relacionadas ao fato jornalístico, garante que uma mesma notícia seja tratada de forma semelhante por diferentes veículos de comunicação.