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Com relação aos gêneros jornalísticos, assinale a alternativa que define, respectivamente, o gênero, a predominância textual e a sua justificativa:
Artigo de Opinião; dissertativo-argumentativo; possui parágrafos com traços de opinião e a defesa de posicionamento acerca de um tema.
Editorial; narrativo informativo; expressa a opinião do veículo de comunicação acerca de vários conteúdos, dando destaques aos assuntos.
Reportagem; dissertativo descritivo; possui parágrafos com opiniões pessoais do redator e traços informativos, contando uma história.
Notícia; expõe uma ideia, um fato ou uma opinião, sem a presença de comentários pessoais; dissertativo informativo.
Toda reportagem pressupõe investigação e interpretação. As categorias "jornalismo interpretativo" e "jornalismo investigativo" são sempre mencionadas na literatura teórica recente sobre o assunto. O jornalismo interpretativo, com viés de opinião contestadora teve seus momentos de maior brilho no século:
XVIII, na Ásia.
XX, na Europa.
XXI, na América Latina.
XIV, na Europa.
XVII, na Ásia.
Existem diferentes gêneros e formatos de textos jornalísticos tanto em rádio quanto em TV. O gênero cujas características são o aprofundamento, a contextualização e a análise é conhecido como:
editorial
diversional
informativo
interpretativo
Fazem parte do gênero jornalístico interpretativo, EXCETO:
Perfil.
Análise.
Crônica.
Enquete.
Segundo a “Classificação Marques de Melo”, fundamentada em observações empíricas do jornalismo brasileiro no período de 2002 a 2007 (MARQUES DE MELO, José. Jornalismo: compreensão e reinvenção. São Paulo: Saraiva, 2009), os seguintes formatos jornalísticos pertencem ao gênero interpretativo:
Indicador, Cotação, Roteiro, Serviço.
Editorial, Comentário, Artigo, Resenha, Coluna, Caricatura, Carta, Crônica.
Análise, Perfil, Enquete, Cronologia e Dossiê.
Nota, Notícia, Reportagem, Entrevista.
História de interesse humano, História colorida.


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Os gêneros na comunicação jornalística são determinados pelo modo de produção dos meios de comunicação de massa e por manifestações culturais de cada sociedade. Medina (2001) propõe uma nova classificação dentro do jornalismo a partir do diálogo com Marques Melo. Dentre os gêneros apresentados quanto à classificação de Medina, assinale a alternativa INCORRETA.
Gênero informativo
Gênero opinativo
Gênero utilitário
Gênero ilustrativo
Gênero interpretativo
Acerca de jornalismo interpretativo, pode-se afirmar:
É composto por formatos que não se prendem necessariamente à notícia, mas a partir desta desenvolvem-se argumentos feitos por jornalistas, colaboradores, especialistas ou leitores.
É de natureza analítica, visto que não devem apresentar valores pessoais ou opinativos na sua narrativa.
É composto por formatos que trazem uma narração dos fatos, de modo que se informe o público sobre o acontecimento.
O texto traz informações que serão utilizadas pelo receptor de forma imediata e prática.
Sobre o gênero jornalístico interpretativo, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) É obrigatório nas coberturas de temas científicos e de economia quando a importância ou o interesse da informação não é autoevidente.
( ) Corre o risco de subordinar a matéria a crenças ou teorias comprovadas, transformando informação em opinião.
( ) Tem serventia nas coberturas políticas quando aborda contextos pouco conhecidos, como é o caso da realidade de países distantes.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
V F V.
V V F.
F V F.
F F V.
Leia o trecho do texto publicado na revista Veja SP, de 21 de abril de 2016: “O país inteiro se solidarizou com as lágrimas de Ana Carolina Oliveira. Em março de 2008, sua filha, Isabella Nardoni, então com 5 anos, foi assassinada pelo pai, Alexandre Nardoni, e pela madrasta, Anna Carolina Jatobá. No dia da tragédia, antes de ser arremessada pela janela do 6º andar do Edifício London, na Vila Guilherme, na Zona Norte, a menina sofreu muito nas mãos dos adultos que deveriam estar cuidando dela. Apanhou com uma chave tetra, foi asfixiada e, quando estava inconsciente, atirada com vida de uma altura de 20 metros.[...]Em busca de alívio, recorreu às sessões de terapia, três vezes por semana. Sua mãe, Rosa Oliveira, esteve ao seu lado o tempo todo e foi fundamental na superação do drama. Até hoje tem sido assim. “Com o tempo, aprendemos a nos acostumar com a dor. Alguns dias, no entanto, são mais difíceis que outros”, afirma a avó de Isabella. Na última segunda (18), a criança teria completado 14 anos. Nessa data, Rosa pegou a filha e dirigiu até o Litoral Norte, onde tem uma casa de praia, para que as duas pudessem descansar admirando o mar. “Não comparo dores, por isso não me fiz de coitada achando que os meus problemas eram maiores do que os dos outros”, diz Ana Carolina. “Lutei para voltar a ser feliz, pois essa é a imagem que a minha filha tinha de mim.” O marco da reconstrução de sua vida veio na forma de uma explosão de alegria dentro de um lugar inusitado: um banheiro público. Com vontade de ser mãe novamente, no ano passado ela deixou de tomar anticoncepcional. Seu marido, o administrador Vinicius Francomano, 29 anos, havia baixado no iPhone um aplicativo para saber os dias em que a mulher estaria fértil. O sonho de ter um filho era comum. Poucas semanas depois das tentativas, o sinal de alerta acendeu, com o atraso da menstruação. Sem avisar Vinicius, Ana Carolina aproveitou o horário de almoço do trabalho — administradora, ela atua no setor de câmbio de uma instituição financeira — e foi ao Shopping Eldorado. Comprou um teste de farmácia e dirigiu-se a um dos toaletes do centro de compras. O exame deu positivo. A vontade era berrar de contentamento, mas segurou a emoção na hora. “No auge dos problemas, eu achava que jamais iria me casar vestida de noiva e ter filho. A vida dá muitas voltas”.
Sobre o texto apresentado, é correto afirmar que:
Trata-se de jornalismo interpretativo no formato perfil, no qual foi retratada a nova vida da mãe de uma menina que foi assassinada em 2008.
Trata-se de jornalismo opinativo no formato análise, no qual foi avaliada positivamente a nova situação de vida da personagem.
Trata-se de jornalismo interpretativo no formato cronologia, pois estabelece a ordem dos acontecimentos da vida da mãe desde a morte da filha até hoje.
Trata-se de jornalismo interpretativo no formato enquete, pois apresenta dados sobre uso de aplicativos para uma marca de telefone, retratando um resultado de pesquisa.
Trata-se de jornalismo literário avançado, pois houve a valorização da capacidade de observar a realidade com outros olhos por parte do jornalista.
Mário Erbolato (em Técnicas de codificação em jornalismo) discute os papéis de que se investe o jornalismo, situando-o em meio à sociedade de massas. Analise as alternativas abaixo relacionadas a reflexões sobre a narrativa jornalística coerentes com o pensamento de Erbolato.
I. Opinião e Interpretação são diferentes faces de uma mesma moeda.
II. O jornalismo interpretativo é também conhecido como jornalismo em profundidade, jornalismo explicativo ou jornalismo motivacional.
III. O jornalismo poderia ser dividido em quatro categorias: Informativo, Interpretativo, Opinativo e Diversional.
Das afirmativas apresentadas, está(ao) correta(s) somente
II e III.
I e II.
II.
III.
I e III.


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São dois gêneros jornalísticos distintos: o interpretativo e o investigativo.