

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Sobre o relacionamento da mídia com a fonte, assinale a alternativa INCORRETA.
Antes da existência das assessorias de imprensa, empresas e órgãos públicos importantes tinham os chamados repórteres setorizados, para cobrir os assuntos daquelas instituições.
As assessorias de imprensa profissionalizaram o contato dos jornalistas com suas fontes.
Cabe ao assessor de imprensa treinar o assessorado para dar boas entrevistas na mídia, através do que se chama de mídia training.
As fontes mais confiáveis para os jornalistas são as independentes, que é de quem eles extraem a maior parte das informações.
Assim como o assessor de imprensa, o jornalista de veículo também é um intermediário; ele deve conjugar sua atividade de interesse público com o compromisso com o empregador.
O treinamento de fontes, chamado de mídia training, tem como objetivo capacitar o assessorado para dar boas entrevistas na mídia. Sobre o trabalho de mídia training, assinale a alternativa correta.
O assessor de imprensa deve orientar o cliente a estar sempre disposto a dar entrevistas na mídia, exceto nos momentos de crise, situação em que o melhor a fazer é fugir dos jornalistas.
Uma das regras para uma boa entrevista é explicar em detalhes tudo o que for perguntado, desta forma, ficará mais interessante para quem assistir ou ler.
O bom entrevistado é aquele que escolhe mensagens-chave, para esclarecer, de forma sucinta e precisa, o que for perguntado.
A fonte deve falar pausadamente, com dicção clara e, no caso de ser perguntada sobre um assunto ou informação que desconheça, é aconselhável criar uma explicação que pareça convincente ao jornalista.
Se a entrevista for na TV, o entrevistado deve vestir-se de forma elegante e discreta, decorar o nome do jornalista que fará a entrevista e mostrar-se amigo dele, para dar um clima de descontração e improviso à conversa.
O conhecimento da terminologia relativa à sua função é uma das obrigações do jornalista. Entre os textos apresentados nas alternativas, aquele que tem relação com a edição de uma matéria de TV é:
Background.
Cutscreen.
Uppercut.
Backbone.
A FENAJ é a Federação Nacional dos Jornalistas e a ABRAPCORP é a:
Associação Brasileira de Relações Públicas.
Associação Brasileira de Pesquisadores em Relações Públicas e Comunicação Empresarial.
Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e de Relações Públicas.
Associação de Pesquisas em Relações Públicas e Comunicação Organizacional.
Associação Brasileira de Relações Públicas, pesquisas em Comunicação Organizacional e Relações Públicas.
Jornalísticamente, existe uma peça fundamental que deve resumir de maneira concisa a ideia básica do texto. Ele é a grande vedete de um determinado arranjo gráfico, atraindo para si toda a carga emocional da mensagem. Essa peça é conhecida como:
Lead.
Linha de apoio.
Título.
Legenda.
Manchete.
O jornalismo vive diariamente um embate entre conflitos, limites e interesses. Nesse sentido, é preciso sempre atenção para que a audiência não suspeite de que o programa não tenha um compromisso jornalístico.
Leia as duas afirmações abaixo sobre essa temática:
I – É essencial o tratamento escrupuloso no uso de marcas comerciais. O jornalismo não pode ter interesse ou relação comercial com empresas abordadas em suas reportagens, mesmo que a emissora tenha
PORQUE
II – o jornalismo não pode ter algo como uma dramatização ou um trabalho de ficção em que a sua imagem seja explorada, afetando sua credibilidade.
Marque a opção correta.
A afirmativa I está correta e a II errada.
A afirmativa I está errada e a II correta.
Ambas as afirmativas estão corretas e a segunda justifica a primeira.
Ambas as afirmativas estão corretas, mas não se justificam mutuamente.
Ambas as afirmativas estão erradas.
Assinale a alternativa que pode ser relacionada ao conceito de Agenda Setting.
Constrangimentos organizacionais que podem ser enfrentados por repórteres e editores.
Lista que reúne contatos mantidos pelas assessorias de imprensa e comunicação.
Etapas que devem ser cumpridas pelo repórter antes de entrevistar uma fonte.
Influência dos meios de comunicação na pauta dos temas discutidos pela sociedade.
Tipo de entrevista em que o repórter traça o perfil psicológico da fonte.
Os roteiristas usam de uma estratégia comum para não perder a ideia central do trabalho. Registram entre cinco e dez linhas o conflito central, os personagens principais, descrevem suscintamente os ambientes onde a trama irá se desenvolver, além de outras situações que julgam importantes.
Esse “lembrete” constitui o
shooting board.
storyboard.
storydoing.
storyline.
storytelling.
Grupos de pessoas ou entidades que podem ser de interesse específico de determinada organização que queira fazer uma ação comunicacional. A este conceito denominamos:
Press group.
Stakeholders.
Mídia não convencional.
Mídia comunitária.
Press contente.
A pauta corresponde às orientações de assunto e fontes entregues ao repórter para a produção de uma notícia, nem sempre sendo premeditada, como no caso de um acidente aéreo, por exemplo.
Certo
Errado
Embora o receptor tenha suas próprias marcas, o emissor pode, se tiver conhecimentos técnicos sobre a produção da mensagem, anular qualquer ruído na comunicação.
Certo
Errado
Acerca de lead, assinale a opção correta.
O lead se caracteriza pela subjetividade e pelo desenvolvimento da informação.
Existem seis perguntas elementares que devem ser feitas: “quem?”, “quanto?”, “onde?”, “quais?”, “de que forma?” e “por quê?”.
Algumas informações do lead podem ser transpostas para o nariz de cera, que vem logo após o parágrafo inicial.
O uso do lead permite hierarquizar a história, colocando as informações em ordem decrescente quanto à sua importância.
A origem do lead está relacionada à tradição literária.
Um grande erro que ainda é cometido em relação ao conceito de objetividade no jornalismo é considerá-lo o oposto do conceito de:
Imparcialidade.
Inevitabilidade.
Loquacidade.
Prolixidade.
Subjetividade.
Apesar dos avanços que as novas tecnologias imprimiram no jornalismo, ainda hoje, nas chamadas hard news, o lead segue sendo a forma mais comum de organização do relato. O lead tem como função:
criar um suspense no início da matéria, obrigando o leitor a seguir com a leitura para descobrir as informações principais
fazer uma espécie de longa introdução ao tema, deixando as circunstâncias mais relevantes para o sub lead
apresentar um resumo dos fatos em ordem de importância, evidenciando suas principais circunstâncias no primeiro parágrafo
funcionar como um nariz de cera, que estabelece um contexto que antecede a revelação dos principais dados da matéria
De acordo com Barbeiro e Lima (2013), como são chamados, na redação, os jornalistas da central informativa?
Pauteiros.
Apuradores.
Editores.
Produtores.
Repórteres.
A capacidade de o documento sustentar os fatos que atesta, denomina-se:
Fidedignidade.
Improbidade.
Relatividade.
Eficácia.
Sustentabilidade.
O de poucas linhas e pequena largura inserido entre colunas da matéria; que destaca uma informação significativa do texto (Agência/Jornal), denomina-se:
Costas.
Mão.
Olho.
Testa.
Bordo.
No jornalismo, o melhor conceito para CHAMADA é:
Cenas extras do cenário, do entrevistador e do entrevistado que servem para cobrir offs ou são inseridas para editar uma sonora.
Breve material gravado que é inserido várias vezes, durante a programação para anunciar um programa ou divulgar uma mensagem institucional.
Documento que orienta o planejamento e a organização de um evento ou projeto.
Organização dos documentos de um arquivo ou coleção.
Ação intelectual de construir esquemas para agrupar os documentos a partir de princípios estabelecido
Analise as afirmativas abaixo:
1. O que torna notícia notícia é objeto de muitas teorias. No entanto, os critérios de noticiabilidade, que são mais ou menos estáveis, servem de farol à prática da profissão.
2. A teoria da objetividade propôs tratamento técnico à informação e está ligada à teoria do espelho, na qual o profissional da informação é um mero relator do acontecido.
3. A escolha de uma notícia em detrimento de outra parte tão só do olhar do profissional: ele é que fará a escolha de tornar aquele fato notícia. Isso quer dizer que o critério maior está na subjetividade do repórter.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
É correta apenas a afirmativa 1.
É correta apenas a afirmativa 2.
São corretas apenas as afirmativas 1 e 2.
São corretas apenas as afirmativas 1 e 3.
São corretas as afirmativas 1, 2 e 3.
Nas Teorias do Jornalismo, uma abordagem que pode lançar caminhos para se pensar o fazer jornalístico é o newsmaking. A marca mais importante das teorias produzidas com base nesse paradigma são as considerações acerca das rotinas de produção de notícias. Na lógica do newsmaking, a elaboração da pauta, a seleção das fontes e o trabalho de apuração, redação e circulação da notícia constituem elementos determinantes da operação de produção informativa.
MORAES JUNIOR, E.; ANTONIOLI, M. E. Jornalismo e newsmaking no século XXI: novas formas de produção jornalística no cenário on-line. Revista Alterjor USP , v. 14 (2), p. 43-52, 2016 (adaptado).
Considerando o fragmento de texto apresentado, o poder exercido pelo jornalismo na construção de sentidos e o trabalho de planejamento de coberturasjornalísticas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. Ao planejar coberturas jornalísticas de acordo com a abordagem do newsmaking, o jornalista lança mão de critérios de noticiabilidade e de valores-notícia para definir o que será ou não noticiado e como isso será levado ao conhecimento do público.
PORQUE
II. O processo de seleção das notícias é influenciado pela cultura profissional, rotina e organização do trabalho e pelos processos produtivos e pressões externas, que deixam marcas no resultado final de construção da notícia.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições falsas.