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Uma das definições do Institute for Crisis Management...

Leia o texto a seguir e responda às questões de 33 a 37.

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No Brasil, sobretudo em Brasília, os órgãos públicos, especialmente os Ministérios e departamentos Federais, jogam milhões de cruzeiros por ano nas cestas de papéis velhos de jornais, sob a forma de comunicados e press releases mal feitos, que frequentemente nada contêm de interesse dos leitores. Neles, predominam expressões como “dinâmico governador”, “eficiente diretor”, “zeloso dirigente” etc. Nessa parafernália, quem está perdendo é o repórter. Em Brasília, onde o básico da informação é oficial, ele espera um dia inteiro nas antessalas dos ministros para, ao fim do dia, receber uma folha de papel contendo um texto que, quase sempre, nada vale como notícia. Alguns profissionais se tornam tão viciados que resumem a sua atividade em reescrever o release, sem acrescentar-lhe nada, resultando daí uma notícia pobre e sem conteúdo informativo.

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(CAVALCANTE, R. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro. 1976.)

Uma das definições do Institute for Crisis Management (Instituto para Gerenciamento de Crises) para crise é: “acontecimento que estimula grande cobertura da imprensa, com prejuízo para o desempenho da organização”. Veículos de comunicação são responsáveis por desencadear esse processo, seja porque investigam escândalos revirando a vida de políticos ou empresários, seja porque noticiam fatos como grandes acidentes.

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Em casos de crise, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a melhor postura a ser adotada.


A

Deixar a crise seguir o próprio rumo até que caia no esquecimento.


B

Tentar barrar a veiculação de reportagens na imprensa através do poder econômico.


C

Prestar todos os esclarecimentos para debelar a crise, mesmo assumindo a culpa por eventuais erros.


D

Pedir aos colegas de imprensa para que amenizem a cobertura o máximo possível.


E

Usar o clássico “nada a declarar” até o fim da crise.